Estamos em 2025 e, no mundo todo, ainda existe muito preconceito e muita gente, infelizmente não só homens, que insiste em querer definir o que é “coisa de mulher” ou “coisa de homem”.
Evoluímos muito nos últimos 40 anos, isso é indiscutível, mas ainda não chegamos sequer ao meio do caminho para o completo entendimento de que o lugar da mulher é onde ela quiser.
Até mesmo na construção civil as mulheres estão ganhando espaço e acabando com as piadas idiotas dos machistas que diziam “Vai levantar um muro”. Se elas quiserem, vão e levantam muito melhor do que aquele tonto que só sabe falar.
Com satisfação vejo várias mulheres fãs de esportes, e não só torcedoras, mas comentaristas que entendem muito do assunto. Meninas falando de NFL enquanto muitos homens nem sabem o que isso significa.
A mesma baboseira se aplica quando dizem que um homem não deve limpar o banheiro de casa, lavar louça ou fazer a janta para a esposa e os filhos. Quando uma “mãe de homem” reclama que o filho precisa de uma esposa que cozinhe, limpe a casa, cuide dos filhos e etc., enquanto o “coitadinho” fica assistindo TV porque teve um dia cansativo no trabalho.
Precisamos ainda evoluir muito, por exemplo, na área profissional, onde os salários são incompatíveis, os cargos diretivos são desproporcionais e a beleza ainda conta mais do que a eficiência.
Se a mulher quer usar um vestido longo e ir à igreja, depois voltar e cuidar do lar, ótimo. Se ela quer usar um shorts e ir ao bar tomar uma cerveja, ótimo também. Afinal, antes de serem mulheres, são pessoas, são humanas que têm o livre-arbítrio para seguir o caminho que quiserem. E se, ao invés de julgarem umas às outras, simplesmente vivessem suas vidas, seriam mais felizes.
Faça o que quiser, apenas não tente fazer com que outras pessoas façam o mesmo que você. Cuide da sua roupa, dos seus gostos, da sua religião, das suas crenças. Não encha o saco de quem pensa diferente de você.
Tenho certeza de que assim você terá dias melhores.
Boa semana!