Vamos lá, continuando com as publicações antigas.
Hoje, um texto do distante ano de 2004. Resolvi publicar este para mostrar que nossos dias podem não ser bons, mas podem produzir palavras interessantes.
Hoje, um texto do distante ano de 2004. Resolvi publicar este para mostrar que nossos dias podem não ser bons, mas podem produzir palavras interessantes.
Por vezes não sinto vida em meu corpo
Percebo um vazio enorme que povoa a minha alma
Então escrevo para lembrar que ainda existe vida no meu coração.
Tento abrir os olhos, mas tudo o que vejo é escuridão.
A leveza da alma se transforma em um fardo difícil de carregar.
Mas as palavras fluem sem parar, como se não precisassem de um sentido.
Sei que na verdade não estou mais aqui
Ou então este é apenas o meu maior desejo.
Contudo, não há como me esconder das palavras.
Sou um corpo sem alma, formado por palavras desconexas.
Percebo um vazio enorme que povoa a minha alma
Então escrevo para lembrar que ainda existe vida no meu coração.
Tento abrir os olhos, mas tudo o que vejo é escuridão.
A leveza da alma se transforma em um fardo difícil de carregar.
Mas as palavras fluem sem parar, como se não precisassem de um sentido.
Sei que na verdade não estou mais aqui
Ou então este é apenas o meu maior desejo.
Contudo, não há como me esconder das palavras.
Sou um corpo sem alma, formado por palavras desconexas.

Continuas escrevendo abstrato. Meu amigo, além das palavras que quero dizer, não são desconexas, ainda resta um grande amor e saudade imensuráveis. Mas chegarei lá, ou ela chegará aqui.
ResponderExcluirabraços.
Bom Dia Elias.
ResponderExcluirSeja bem vindo de volta.
Tenho certeza de que tudo dará certo.
Abraços!