Finalmente o último ano da escola!
Apesar de todos os percalços, das notas baixas e médias, das bagunças e muito pela boa vontade e a enorme vontade de não me ver mais dos professores, passei de ano.
Mas, o mais legal desse último ano foi a consolidação das amizades que fiz e que infelizmente eu perdi, por minha culpa mesmo.
A turma de meninas e cabeludos, eu incluído, que era super legal e divertida. A querida Cecília, uma das principais razões de eu acordar e ir para a escola, Sabine e Ana Carolina, Patrícia a meiga, Alexandre (Willy), Pietro, Tavares, Thiago e outros que certamente me esqueço nesse momento, mas que vou editar depois que encontrar meu folheto da formatura. Ainda tinha o Mid, meu melhor amigo até hoje, e sua namorada Vanessa, que era uma das minhas melhores amigas até o Mid me arrastar para a primeira micareta da minha vida, mas isso é história para o ano de 1995.
Além da sensação espetacular de finalmente me formar e de ter amigos, talvez o mais legal desse ano tenha sido a minha ideia de escrever um conto de presente para cada uma das 7 pessoas que eram mais próximas a mim e que eu enviaria a elas via correio, no ano seguinte. Cada uma escolhia um tema e eu escreveria.
Foram 7 pessoas e 7 temas. O primeiro eu lembro, foi o Alexandre e o tema foi Sexo. O último foi o Pietro e o tema foi Morte.
No meio houveram os temas vida, futuro, amor, aliança e reconstrução e eu sei que a Cecília, a Ana, a Sabine e a Paty escolheram um dentre esses temas, mas no momento não consigo me lembrar quem foi a última pessoa para quem enviei o conto. Perdoem-me, mas já se passaram 31 anos.
Contudo, já no final do primeiro conto, tive uma ideia, juntar os 7 contos e fazer dele um livro, seria meu desafio. E assim fiz, contos que se tornaram capítulos, com os mesmos personagens e na medida do possível continuando a história, sem que ela perdesse o sentido se fosse lida isoladamente.
Pena que meu sonho de publicar ainda não deu certo, mas quem sabe um dia...
Esse foi com certeza um dos meus anos preferidos, muitas idas ao estádio com meus amigos Marco e Ken, apesar do Palmeiras continuar fazendo a gente sofrer.
Se não me engano, foi também o ano dos meus primeiros shows, acredito que um Hollywood Rock, mas isso preciso, também, confirmar.
De toda maneira, a vida começava a ficar mais agitada, mais divertida e em casa sem novidades, a mesma rebeldia e os últimos meses do meu tão querido cabelo comprido, que hoje fico feliz em ter de novo...
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