Juliano era forte e ao recuperar a consciência e perceber que estava amarrado e amordaçado, sua fúria foi ainda maior e quase o suficiente para arrebentar a corda de varal que prendia suas mãos e suas pernas, mas foi suficiente para quebrar a cadeira em que ele estava sentado e amarrado.
Diana olho para ele e apenas apontou a ara direto para a sua cabeça. Não teve o efeito que ela esperava, apesar de não entender ada do que ele falava, foi possível perceber que era puro ódio que ele exalava e palavras de vingança, como quem confia na sua força e dúvida da força de uma mulher.
Diana então pegou a pistola de parafusos, apontou para a coxa dele e atirou. O quase grito foi gutural.
Ele babava e seu olhar era ainda mais desafiador, mas mudou quando ela apontou a pistola com um novo prego para a outra coxa.
- Vai ficar quieto ou vai sangrar até morrer, porque eu vou colocar um prego em cada membro do seu corpo se você não cooperar. - Disse ela calmamente.
Ele sacudiu a cabeça para cima e para baixo, seus olhos brilhando em um misto de dor e raiva.
- Então vamos lá - Continuou Diana - Vou te dar três opções, sendo que em duas delas você sai vivo daqui e na outra vou te cortar pedacinho por pedacinho, botar fogo e te dar quase assado para um cachorro morto de fome. - E com isso tirou a faca de caça da bolsa.
- Você vai ouvir as opções e vai balançar a cabeça para dizer qual delas vai preferir. Entendeu?
Ele menou positivamente a cabeça.
- A primeira possibilidade é você ir acompanhado da sua esposa, agora, e comigo como testemunha, confessar os seus crimes e encarar uns 10 anos de prisão. E quando sair da prisão, não colocar o nariz perto dessa casa, senão você vai ficar sem ele. Depois continuou - A segunda opção é sumir, sai daqui agora, só com essa roupa imunda do corpo, deixar uma confissão por escrito e correr pela estrada até conseguir uma carona para te levar para o raio que o parta. E se aparecer em qualquer cidade aqui perto, vai sofrer as consequências. - Ela terminou.
Ele ficou esperando e ela concluiu:
- Ah, esqueci de mencionar novamente a terceira opção, que é eu te encher de parafusos e esperar você morrer sentindo toda dor que você merece.
Ele fez vários sinais com a cabeça, mas nenhum deles de acordo com o que Diana esperava, então ela colocou a pistola no pescoço dele e tirou sua mordaça.
- Responda o que prefere ou eu mesmo vou escolher o que fazer e pode ter certeza que já sei muito bem qual opção eu prefiro. E com isso apertou a garganta do infeliz.
- Espetar minha perna é fácil, mas você não tem coragem de matar um homem de verdade, você não vai querer ser presa, mas eu, eu tenho coragem e vou esmagar você quando me soltar daqui, mas antes de te matar, vou fazer o que você quer que eu faça, mas não de um jeito que você gostaria, mas de um jeito que você nunca mais esqueceria se continuasse viva!
Diana enrolou o pano e colocou de volta na boca de ele e atirou de novo, dessa vez afundando um parafuso bem no omoplata do cidadão que se contorceu de dor.
Ele tentou cuspir o pano, mas Diana não deixou e ainda passou em volta da cabeça dele uma enorme faixa de fita Silver tape e parecia se deliciar com a dor do sujeito.
A esposa, em choque, não sabia o que fazer, mas tinha concordado com a situação e no fundo do coração sabia que o preferia morto, porque mesmo que ele dissesse que iria embora, ela sabia que ele voltaria e que seria ainda pior.
Diana disse a ela para pegar um lençol ou cobertor e estender no quintal, que tinha muro alta e nenhuma outra casa para xeretar a situação, e outro para não sujar a sala, já que o sangue começava a se empossar embaixo de Juliano.
- Já que você imagina que vai me violentar como fazia com sua própria filha, seu imundo, vou já acabar com as suas esperanças... - Ela disse e em seguida atirou um parafuso em direção ao pênis de Juliano, que mesmo no milésimo antes de ser atingido já tentava gritar desesperadamente...
E depois fez mais dois disparos na mesma região, fazendo com que ele parasse de tentar falar, de se mexer, provavelmente desmaiado pela dor...
Para garantir, ela molhou mais clorofórmio em um pano e novamente colocou no rosto dele e assim, com a ajuda da esposa, o levou sangrando já muito, para o quintal...