São Paulo foi onde eu nasci, também onde cresci e Guarulhos
é a cidade na qual estou aos poucos envelhecendo.
Mas no meio desse caminho acabei passando por diversos lugares e lugarejos,
seja em busca de paz, de folia, ou apenas de conquista profissional.
Ainda enquanto criança desprovida de desejos e de memória ausente, soube que
sai do Estado de São Paulo pela primeira vez e bem pequeno parti de avião para
Corumbá, no MS, terra de minha mãe e de parentes que tive o prazer de rever
quando retornei para lá em 2017. Foram pouco mais de 40 anos distante, mas cada
um dos 3 dias que passei por lá me encheu de felicidade. Pelas pessoas, pelo
acolhimento e pelas aventuras e lugares maravilhosos que pude ter e conhecer no
Pantanal.
Ainda criança, fui para Santos, por onde passei em outras oportunidades.
Primeiro para conhecer a Vila Belmiro, e mais recentemente, com amigos passear
pela cidade e até visitar o Museu do Pelé.
Pelas fotos sei que estive em São Roque aqui no interior do Estado. E sem
fotos, mas com tênue lembrança, sei que passei por Mandaguari e Maringá no
Paraná.
Como minha família por parte de Pai é do Interior de São Paulo, estive em
Promissão, Lins, São José do Rio Preto e José Bonifácio, cidades destes meus
familiares e parentes, lugares que, com exceção de Rio Preto, onde tenho ido
com frequência em virtude do trabalho, nunca mais visitei e lá se vão uns 35
anos.
A minha única lembrança de “Bonifácio” é um sorvete gigante dentro de um
abacaxi, que nem deve ser tão grande assim hoje, mas que para uma criança,
realmente era...
Depois, conheci os municípios praianos de Guarujá, Bertioga e São Sebastião.
Nos tempos da faculdade conheci Ubatuba e Caraguatatuba, para Ubatuba, aliás,
eu fui muitas vezes, sozinho, acompanhado de namoradas, ex-esposa, amigas,
enfim, é um lugar que eu gosto muito, mas para o qual também não volto já há
algum tempo.
Já trabalhando, nas férias, fiz algumas aventuras com meu grande amigo Ken em
dois anos consecutivos. No primeiro ano conheci Novo Horizonte em São Paulo e
pela primeira vez sai “sozinho” do estado indo para Três Lagoas no MS, de lá
para Caldas Novas em Goiás, depois para Araguari em MG e por fim, Araxá, também
em Minas. O Curioso é que nenhuma dessas cidades foi planejada, tirando Novo
Horizonte. Decidimos os destinos nas rodoviárias e de acordo com o que restava
nos bolsos.
Mas, antes da segunda viagem com meu Amigo, no mesmo ano da primeira viagem,
logo após ter me inserido no Universo do axé, fui conhecer Belo Horizonte, para
ir atrás do Trio no Carnabelô.
No ano seguinte, na segunda viagem com o Ken, conheci o NE, mais
especificamente a Bahia.
Fomos para Bom Jesus da Lapa, decisão essa feita pelo nome, no guichê da
rodoviária e assim como na primeira viagem, ao acaso paramos em Ibotirama e por
fim chegamos no Paraíso que é ( ou era ) Lençóis, que de todos os lugares, é o
mais bonito que eu conheci e para onde voltei mais uma vez, mas já há vinte e
cinco anos atrás. Passei pouco mais de 6 horas em Seabra, enquanto ficava
esperando o ônibus para ir até Lençóis. Assim, como no ano anterior passei
algumas horas em Itumbiara-GO e em Catanduva-SP, esperando para ir a outra
cidade.
Nessa época, eu provavelmente já tinha passado por Osasco, Santo André, São
Bernardo e Diadema, que quase não contam. E da grande São Paulo hoje já conheço
Mauá e Arujá, além das próximas Mairiporã e Atibaia e é claro Barueri. E como
meu irmão morou bastante tempo no “Interior”, conheço Jundiaí e Campo Limpo
Paulista.
Mas, continuando com o passado, o início da minha era do Axé me levou à
Campinas e Valinhos. Comecei a namorar uma Baiana, meu primeiro relacionamento
sério e ela me levou para Cruz das Almas, na Bahia, para conhecer a família e
depois para Feira de Santana, onde passei apenas uma ou duas noites.
Meu segundo relacionamento sério, também foi com uma pessoa de fora de São
Paulo, ela me levou pela primeira vez para o Ceará, fomos para Fortaleza, que
hoje é o meu cantinho preferido no mundo, depois fomos para Quixadá, lugar
bucólico, mas onde o calor faz o chão “tremer”.
Depois veio o Casamento e as viagens se tornaram apenas a trabalho. Foi então
que passei mais de mês, tirando os fins de semana, no Rio de Janeiro e lá
conheci também São Gonçalo. Nesta mesma época, fui também para Presidente
Prudente e Piracicaba no interior de São Paulo.
Quando voltei a ser solteiro, em uma das maluquices que
cometemos, acabei passando um fim de semana em Niterói. Assim como fui para
Botucatu e Itatinga, o que já não foi uma maluquice, muito pelo contrário.
Rio de Janeiro, aliás para onde além do trabalho fui para os shows de Axé e
durante algum tempo fui muito mais do que gostaria.
Depois, por conta de uma amiga especial, conheci Florianópolis. Maravilhosa! e
Balneário Camboriú em Santa Catarina, lugares para onde eu ainda quero voltar.
Depois de alguns anos reencontrei um amigo maluco e veio a fase Brasil das
Micaretas, quando eu passei por mais lugares.
Fortaleza ( de novo e de novo e de novo... ), Aquiraz e Maracanaú no CE, Natal
e Parnamirim no RN, Alfenas em Minas Gerais, Ribeirão Preto, Rio Preto,
Goiânia, Vitória – ES, até mesmo Aparecida em São Paulo, sempre que voltávamos
de carro do Rio, Salvador, Arraial D'Ajuda e Porto Seguro na Bahia, Campos do
Jordão, Itu, Sorocaba, São José dos Campos, Jaguariúna e Americana, todas no
interior de SP, mais próximas à Capital.
Nos últimos anos, em virtude do trabalho acabei aumentando a lista de cidades.
No Sul, Porto Alegre, Eldorado do Sul, Curitiba, São José dos Pinhais e
Cascavel.
No interior, foram verdadeiras descobertas, cidades como São Sebastião da
Grama, Bady Bassit, Colina e Brodowski, além de Itupeva, Franca, São Manoel,
Barretos, Jaú, Mirassol, Bauru, Limeira, Tatuí. Extrema em Minas, Camaçari na
Bahia, Contagem, Uberaba e Pirapora em Minas
Depois que a idade chegou, as viagens à passeio aumentaram e
acabei por passar em vários lugares maravilhosos, como Maceió, São Miguel dos
Milagres, Maragogi e Marechal Deodoro nas Alagoas, Mata de São João e Morro de
São Paulo na Bahia, Bonito no Mato Grosso do Sul, Lambari em MG, João Pessoa na
Paraíba, Tamandaré e Ipojuca em Pernambuco, Aracajú no Sergipe e o último
Estado até agora o Maranhão, São Luís. Passei alguns dias em Buenos Aires, e um
dia em Montevidéu e Punta Del Este, que foram os primeiros lugares fora do País
que conheci. Em 2016 foram meus primeiros 15 dias na Europa, em Londres, onde
pude ver como o Mundo é culturalmente diferente e como aqui ainda precisamos
evoluir bastante.
Enfim, uma diversidade de lugares, mas que são poucos,
devido ao infinito que ainda há para ser explorado em nosso país e no resto do
Mundo.

Puxa!
ResponderExcluirVocê ta rodado!
To brincando
Espero que a sua vida continue cheia de felicidades e coisas novas.
Enquanto isso eu continuo na cidade onde vc nasceu e vc na cidade onde eu nasci.
saudades... saudades
Aline Almeida
Por onde andas, será...
ExcluirOie Linoca...
ResponderExcluirQue bom receber aqui a sua Visita!
Saudades... Saudades...
Beijo