Talvez a maior dificuldade da maioria das pessoas seja entender o encerramento de um ciclo, o final de uma vida, a perda de um objeto, o fechamento de um livro cuja última página foi lida ou escrita.
A dor de uma perda, o inconformismo com o final de um relacionamento, a dispensa no trabalho, o encerramento da empresa, o desfecho de um sonho.
Tudo acaba, todos acabam, nós acabaremos.
O Moderno fica obsoleto, a moda vira cafona, os cabelos ficam brancos, envelhecemos.
Junte-se a isso a maluca obsessão e a dor intangível da perda daquilo que nunca tivemos.
A dor de uma perda, o inconformismo com o final de um relacionamento, a dispensa no trabalho, o encerramento da empresa, o desfecho de um sonho.
Tudo acaba, todos acabam, nós acabaremos.
O Moderno fica obsoleto, a moda vira cafona, os cabelos ficam brancos, envelhecemos.
Junte-se a isso a maluca obsessão e a dor intangível da perda daquilo que nunca tivemos.
Sim, por mais estranho que pareça, muitas pessoas não conseguem aceitar que para perder alguma coisa, antes aquilo precisava ter lhe pertencido.
E qual é a único sentimento capaz de fazer com que o ser humano se encontre em tamanha incoerência?
Apenas a expectativa, que traz consigo a culpa.
A culpa por não ter alcançado um objetivo proposto por si mesmo, a culpa por não ter tido coragem de falar alguma coisa para alguém, a culpa, até divina, por ter sido preterido por outra pessoa.
E aí tudo o que ficaria bom, continuou ruim, porque aquilo que seria, nunca foi.
E então a vida se transforma em um filme, um desenho animado em que nós mesmos somos os personagens e enxergamos, de olhos fechados, tudo aquilo que nunca aconteceu e esquecemos que é impossível saber o que realmente aconteceria se um minuto da vida fosse diferente do que realmente foi.
O que precisamos é efetivamente aproveitar todos os nossos momentos com aquilo que possuímos, pois se continuarmos apenas sonhando com outras coisas, não teremos nunca tempo para usufruir o que temos ao nosso redor.
Claro, que precisamos planejar o futuro, plantar os sonhos no presente, mas não podemos apenas esperar a colheita. Precisamos paralelamente viver, pois o que estamos colhendo agora, foi o que plantamos no passado.
E qual é a único sentimento capaz de fazer com que o ser humano se encontre em tamanha incoerência?
Apenas a expectativa, que traz consigo a culpa.
A culpa por não ter alcançado um objetivo proposto por si mesmo, a culpa por não ter tido coragem de falar alguma coisa para alguém, a culpa, até divina, por ter sido preterido por outra pessoa.
E aí tudo o que ficaria bom, continuou ruim, porque aquilo que seria, nunca foi.
E então a vida se transforma em um filme, um desenho animado em que nós mesmos somos os personagens e enxergamos, de olhos fechados, tudo aquilo que nunca aconteceu e esquecemos que é impossível saber o que realmente aconteceria se um minuto da vida fosse diferente do que realmente foi.
O que precisamos é efetivamente aproveitar todos os nossos momentos com aquilo que possuímos, pois se continuarmos apenas sonhando com outras coisas, não teremos nunca tempo para usufruir o que temos ao nosso redor.
Claro, que precisamos planejar o futuro, plantar os sonhos no presente, mas não podemos apenas esperar a colheita. Precisamos paralelamente viver, pois o que estamos colhendo agora, foi o que plantamos no passado.
Um relacionamento cujo fim não é aceito, trava as portas para um possível relacionamento melhor que pode surgir no futuro. Se não aceitar o final, ficará preso na expectativa de consertar o que está irremediavelmente quebrado e viverá preso à ilusão de algo que na verdade nunca aconteceu.
Se uma roupa não te serve mais hoje, lembre com alegria o quanto ela lhe serviu no passado, se seus cabelos hoje estão brancos, lembre que já tiveram outra cor há alguns anos, se sente saudade de alguém, lembre que saudade só temos de quem nos fez bem. Se um bom livro acaba, lembre-se que sempre haverá um novo e se você terminar, antes de dormir, mais uma página do dia da sua vida, lembre-se de agradecer e se prepare para poder acordar na manhã seguinte, pronto para escrever mais uma página que hoje está em branco.
Mas nunca se esqueça, jamais reclame por ter perdido alguma coisa se você jamais a teve, só se perde aquilo que um dia já foi seu e se não foi, você jamais perdeu!
Se uma roupa não te serve mais hoje, lembre com alegria o quanto ela lhe serviu no passado, se seus cabelos hoje estão brancos, lembre que já tiveram outra cor há alguns anos, se sente saudade de alguém, lembre que saudade só temos de quem nos fez bem. Se um bom livro acaba, lembre-se que sempre haverá um novo e se você terminar, antes de dormir, mais uma página do dia da sua vida, lembre-se de agradecer e se prepare para poder acordar na manhã seguinte, pronto para escrever mais uma página que hoje está em branco.
Mas nunca se esqueça, jamais reclame por ter perdido alguma coisa se você jamais a teve, só se perde aquilo que um dia já foi seu e se não foi, você jamais perdeu!
Photo by Bas van den Eijkhof on Unsplash

Nenhum comentário:
Postar um comentário