Vivemos, e o pior, aprendemos a viver em um país com uma das maiores desigualdades sociais do mundo.
E o pior, vivemos em um país onde o governo, há décadas, precisa, por incopetência e corrupção ajudar com uma renda mínima 50
milhões de pessoas pelos programas sociais. Ou seja, governos que trabalha pela proliferação da pobreza.
E ainda pior, grande parte da origem da riqueza vem da exploração
dos mais pobres. Desde os tempos da escravidão. E os maiores bandidos, veja que
interessante, são os próprios governantes.
Famílias hoje tradicionais tem sobrenome de presidentes, senadores,
deputados, governadores, que se proliferam no cenário politico, aumentando, sem
trabalhar efetivamente, sua fortuna.
Temos metalúrgicos aposentados que são milionários sem nada
ter feito, membros das forças armadas e seus familiares que nunca seguraram uma arma ganhando aposentadoria vitalícia, BBBs que seriam desconhecidos nas ruas vomitando asneiras no
congresso, palhaços rindo da nossa cara e com o voto daqueles que eles tem como
prioridade, aqueles que não tem educação, conhecimento, discernimento do que é
necessário para uma vida política eficaz.
A riqueza de hoje é fruto dos lobos que cuidam do galinheiro
e a pobreza cresce a cada dia, sem sequer ficar com os ovos.
O quadro é grave, a classe média de verdade vai sumindo e os
novos ricos surgindo de acordo com os lobistas que elevam um ou outro para o
patamar que os bandidos do colarinho branco já frequentam.
E com o voto dos mais pobres, aumenta-se a fortuna dos mais
ricos.
Ricos, mas tão enlameados, que o espírito já saiu do nível
da pobreza, chafurda em sua própria miséria.

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