segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O Poder da Palavra


A Palavra, dita ou escrita, pode ser recebida e interpretada de várias maneiras diferentes.

Um simples “bom dia!” pode mudar o dia de alguém, assim como uma ofensa, ou brincadeira sem graça também.

Na boca, ou na ponta dos dedos de pessoas influentes, a palavra ganha dimensões ainda maiores, causa brigas, discussões e pode alimentar o ódio entre semelhantes tão diferentes.

A palavra causa em alguns a impressão de certeza, de sabedoria e soberania sobre os outros que tentam usar as próprias palavras para discordar do que escutam. E mesmo tão maltratada por alguns que nem sabem como soletrar ou escrever a palavra que falam, atingem os alvos de forma torta causando problemas.

Claro que há também casos em que o ouvinte ou leitor não conseguem interpretar, entender ou respeitar a opinião de outros e acabam verbalizando respostas ignorantes ou sem sentido algum.

No mundo das palavras, todos estão sempre certos e ao mesmo tempo todos estão errados, pois não se aceitam divergências de opiniões, não há respeito entre pontos de vistas antagônicos, não há coerência nas enormes contradições.

A palavra precisa ser usada com cuidado, muitas vezes o silencio é muito melhor do que a simples falácia. 

As fofocas, o desrespeito, as intromissões e a curiosidade são coisas muito perigosas e uma “bobagem” pode causar muitos danos quando mal dita ou mal interpretada.

Vamos viver mais, melhor e falar menos. Se precisar falar, elogie, cumprimente, espalhe o amor e implemente o respeito. Discorde com elegância, ignore as agressões, deixe aqueles que te maldizem falarem sozinhos, quem sabe assim a consciência um dia aparece...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Conflitos Profissionais


A harmonia entre colaboradores, entre gestores e, principalmente, entre colaboradores e gestores é fundamental para o bom funcionamento de um departamento, setor e até mesmo de algumas empresas.

E como tanto colaboradores, como gestores são humanos e humanos normalmente entram em conflito seja pelas personalidades diferentes, temperamento, diferença de opiniões, vaidade, ambições, entre tantas outras coisas, se torna muito difícil encontrar harmonia completa dentro do ambiente de trabalho e quem perde, sempre, é a empresa.

Um bom caminho para que a empresa não seja prejudicada é fazer com que as pessoas entendam que durante o horário comercial, a vida pessoal fica da porta para fora e que depois desta porta, ninguém precisa gostar de ninguém, não é preciso confraternizar, sair para tomar uma cerveja ou ficar batendo papo, mas da porta para dentro, a comunicação, o respeito e a dignidade devem ser predominantes.

Como, infelizmente, isso é quase impossível, por inúmeras razões ligadas à personalidade de cada um, a situação financeira, emocional e pessoal dos colaboradores, a melhor forma para tentar ao máximo evitar tais conflitos é fazer uma boa seleção e, em alguns casos, reformulação do quadro pessoal.

Para isso, hoje em dia, o caminho mais eficiente é o recrutamento e seleção com profissionais da área de psicologia. Com seu conhecimento e ferramentas técnicas, o psicólogo vai poder indicar o funcionário que melhor se encaixa na vaga e se enquadra ao perfil esperado, evitando a contratação de pessoas que possam tentar subir na empresa de forma desleal ou desonesta, que não saibam usar a comunicação necessária, que possam trazer em sua personalidade traços de desagregação de equipes, insatisfação constante e frustração latente, por exemplo.

Esse mesmo método, serve também para que o gestor descubra os motivos do atual mal andamento da empresa,  através de dinâmicas internas com os colaboradores já contratados e assim fazer possíveis trocas ou remanejamentos.

Além disso, para resolver ou amenizar os problemas entre os gestores, é possível  fazer terapia individualizada ou em grupo, para que as questões pessoais que interferem na rotina profissional, sejam resolvidas e mediadas por um profissional.

Conheça melhor essas formas de elevar a qualidade das pessoas e da gestão empresarial, procure um psicólogo para ajudar sua empresa a encontrar a harmonia!


segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Ética

 


Segundo o dicionário, ética é um conjunto de regras e preceitos de ordem valorativa e moral de um indivíduo, de um grupo social ou de uma sociedade. 

Mas o que isso significa? Como definir o que é ético para cada indivíduo ou grupo?

Nós, psicólogos, temos um código de ética que precisamos cumprir e atender, mesmo que alguns pontos sejam discordantes. Somos regidos pelo código e de certa forma julgados por ele.

Mas certamente existem profissionais da área que deixam de lado um ou outro ponto, como existe com certeza absoluta em todas as profissões.

Quando tratamos de valores, de moral, as possibilidades são muito grandes, pois muitas pessoas não se importam em pedir propina para escolher um fornecedor para colocar um produto no mercado, para definir o vencedor de uma licitação, entre tantas outras coisas. No nosso congresso há, inclusive, quem ache isso normal.

Assim como um médico, ou uma equipe médica, pode decidir sobre a vida ou a morte de um paciente, pode julgar se aquela pessoa que está desacordada em um quarto de UTI está apenas ocupando espaço e deixando de gerar rendimento para o hospital, sem se preocupar com o lado emocional da família ou a esperança que eles trazem de um coma poder ser revertido. Será que de acordo com o ponto de vista ético o aumento de uma medicação desnecessária, a falta de uma medicação que ajudaria a manter o corpo vivo, a troca de um aparelho que estava mantendo aquela pessoa em boas condições para que um outro paciente com maiores condições de recuperação seja tratado, são os procedimentos mais corretos?

Há aqueles que concordarão, principalmente os mais próximos daquele que vai receber a possibilidade de ser tratado por encontrar a vaga no hospital, aqueles que vão poder utilizar o equipamento que estava ocupado, aqueles que concordam que ficar em cima de uma cama respirando por aparelhos não é bom para ninguém. Mas haverá aqueles que vão discordar, que simplesmente se verão tendo que pensar em funeral, cemitério e enterro e terão de lidar com a tristeza e com as lágrimas por muito tempo.

Quem somos nós para julgar a ética de uma classe toda ou de um indivíduo? E quem são eles para julgar a nossa...


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

O Líder Verdadeiro


Como já escrevi aqui no blog, o liderança é alguém que pode agir para o bem ou para o mal, dependendo dele e de quem ele lidera.

Mas agora procurarei dar enfoque ao âmbito profissional e vou escrever um pouco sobre o líder verdadeiro, aquele que acompanha sua equipe, que traz resultados, que motiva e tem a sabedoria para alegrar o time nas horas certas, mas a força e o respeito para que todos baixem a cabeça quando não há motivos para sorrir.

Esse líder é forjado quase sozinho, descobre seu dom aos poucos, se impõe e não se omite quando sabe que está certo, mesmo que seus superiores o questionem, sempre com respeito e argumentos. Assim conquista confiança, pois suas atitudes trazem resultados.

Mas não há líder sem conhecimento e sem aperfeiçoamento. Outra coisa que distingue o líder verdadeiro do simples chefe é que ele se aprofunda em suas tarefas, pesquisa e aprende mais sobre seu trabalho, estuda e procura cada vez mais aumentar seu conhecimento para poder repassar, dividir, ensinar e compartilhar. Sim, compartilhar, pois o líder que quer ter para si apenas o conhecimento, que procura tolher os colaboradores talentosos e tenta segurar o mundo de informações em suas costas, não é um líder verdadeiro, é um medroso acomodado que não vê possibilidade em alcançar lugares mais altos em sua vida e se senta em uma posição mentirosa de importância para a empresa, impedindo a evolução da mesma e das pessoas com quem trabalha.

O líder verdadeiro sabe a hora de dizer adeus, sabe a hora em que precisa trocar de ares e procurar novos desafios, sabe quando pode evoluir ainda mais e o mais importante, sabe que o que fica para trás estará bem cuidado, pois esse líder deixa seguidores que se souberam aproveitar o tempo em que passaram com ele, certamente poderão desenvolver suas habilidades e talentos. Mas, como escrevi acima, para ser líder, é preciso ter o dom, ter nascido com essa característica no céu e trabalhar para que ela seja desenvolvida. 

Quem não tem o dom, tem o desafio e esse líder, que vence o desafio e tem sucesso na sua jornada, certamente vai longe, pois não há nada mais difícil do que ir contra as suas próprias características e ainda assim conseguir impor seu desejo, sua luta e sua vontade.

Síndrome de Stendhal

A Síndrome de Stendhal é uma condição psicológica rara, mas fascinante, caracterizada por uma reação emocional intensa e quase avassaladora ...