Sim, por vezes nos arrependemos de algumas atitudes que tomamos na vida, na verdade normalmente isso acontece com boa frequência.
E nos sentimos culpados inúmeras vezes por termos errado,
conosco ou até mesmo com outras pessoas. Isso significa apenas que em alguns
momentos a razão desaparece, se esconde e deixa que alguns impulsos mais
básicos tomem as rédeas do comportamento.
Mas nenhum erro pessoal dá direito a ninguém para julgar os
seus atos.
Normalmente o fardo da culpa já é pesado demais, fazendo com
que seja necessário tratamento, atenção e cuidados. Carregar o fardo do
julgamento alheio já é excesso.
Não deixe sua dor, remorso ou tristeza aumentar pelos dedos
apontados em sua direção, porque, pode ter certeza, a maioria daqueles que
julgam tem “pecados” maiores ou ao menos tão grandes quanto os seus.
Na terra não existem anjos, todos os humanos são falíveis e
ainda assim existem pessoas que trocam o espelho pela vida alheia e por não
poderem dormir tranquilos preferem tirar o sono dos outros.
Tropeçou, levante, erga a cabeça e siga em frente, não ligue
para os sorrisos irônicos daqueles que um dia também vão cair e nesse momento
sentirão na pele o resultado das gargalhadas sem graça que um dia deram.
Todo tropeço é um aprendizado e a dor ajuda a diminuir os
erros e os riscos com o passar do tempo.
Claro que quem insiste em cometer os
mesmos erros sempre tende a ter uma personalidade mais fraca, uma
vulnerabilidade maior e um amor próprio jogado no chão pela falta de estima,
mas nem assim, nem nesses casos mais enfáticos, pode existir o direito do julgamento.
Se você não sente na pele o que o outro está sentindo, se
não pensa e nem passa pelas mesmas situações que o outro, não tente achar que
suas palavras amargas vão trazer qualquer
benefício.

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