Em casa, sozinho com seus desenhos.
Se via no topo, mas pronto para despencar.
E se juntar ao mar de sangue que se formava lá embaixo,
Junto com todos os outros diferentes.
O pai nunca lhe deu afeto.
A mãe nunca lhe deu atenção.
Ele se achava um selvagem,
E agora era dono do próprio destino.
Hoje, deixaria sua mensagem para o mundo.
Cheio das brincadeiras de mau gosto,
Que tantos diziam ser inofensivas.
Ele um dia explodiu. E rangeu para o mundo.
Se perdeu em um momento de crise,
E acabou disparando socos, cego de ódio.
E tudo o que se via eram olhares assustados.
Hoje, ele deixaria o mundo com uma mensagem...
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