Pare para pensar e reflita sobre quantas coisas você já fez na sua vida porque estava acompanhado de outras pessoas e que jamais faria se não houvesse mais alguém consigo.
Ouso dizer que houveram coisas que você sequer pensaria em fazer, se não houvessem outras pessoas ao seu lado.
Quantas coisas vemos em notícias, seja na TV ou pela internet, que nos deixam chocados, como ônibus incendiados, brigas
mortais entre torcidas de futebol, pessoas com bandeiras de partidos políticos em confronto violentos,
entre tantas outras coisas que podemos imaginar, mas que só acontecem porque
pessoas se juntam.
Você, normalmente, não verá um cidadão comum, caminhando sozinho em direção a
um ônibus e ateando fogo nele, não deve se deparar com um um São
Paulino e um Palmeirense se cruzando, sozinhos na rua e começando a trocar
socos entre si, pode verá ao contrário, normalmente amigos que torcem para
times diferentes, mas que convivem muito bem. E, apesar de hoje em dia não haver nenhuma garantia, você
não verá dois malucos na rua tremulando bandeiras de partidos políticos, brigando para
apoiar os bandidos que nos governam e os que ainda vão nos governar.
Mas basta se juntarem a um grupo, para que se transformem, para
que criem coragem e passem de pessoas normais a pessoas dominadas.
Esse fenômeno pode se explicar pelo simples fato de que para todo
grupo, existe uma liderança e, fundamentalmente, que existem muito mais pessoas
que não sabem liderar e são submissas aos movimentos que as engolem, do que as
que sabem manipular pessoas e empurrar para elas suas ideias.
Neste momento, pessoas boas e simples, acabam se transformando em
bandidos alucinados que destroem, gritam coisas que não fazem nem ideia do que
estão gritando e protestam agindo de uma forma em que prejudicam a si mesmos.
Uma falsa sensação de segurança de que o grupo traz proteção e clandestinidade é o que melhor explica esse comportamento. Só que na verdade essa sensação nada mais é do que tolice, pois quem nunca se expõe é o líder, o Rei, o Comandante. Quem sempre apanha é o povo, o peão, o soldado e depois não adianta querer negar, querer explicar, querer dizer que sozinho, jamais teria feito o que fez.
Para conviver bem em sociedade, precisamos ser nos grupos, o mesmo
que somos individualmente, e devemos cuidar do que é nosso, por nós, por nossos
familiares e amigos, pela nossa gente e não por aqueles que querem que façamos
algo, sem que saibamos exatamente o motivo.

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