Hoje em dia, com a desvirtuação de valores, alimentação e regime não são mais palavras ligadas à saúde, e sim à estética.
Ou, mais ainda
do que a estética, estão ligadas à vaidade.
Uma vaidade perigosa, que serve
apenas para tentar impressionar os outros, ou até mesmo para tentar conquistar alguém.
Não podemos ser hipócritas a ponto de dizer que a beleza não
é importante, pois ela é sim, é o ponto inicial de todo interesse, mas é apenas
a fachada, que te puxa para dentro da loja, que infelizmente, em algumas
ocasiões, não tem nenhum conteúdo.
Só que antes da beleza, precisamos falar de saúde.
O excesso
de vaidade, o medo de rejeição, a preocupação com a aceitação nos grupos, a
incapacidade de conversar para dar início a uma aproximação podem causar, por
exemplo, anorexia, que é muito grave. As mesmas situações acima podem gerar o
efeito inverso, a ansiedade e consequente excesso de comida.
Como um mecanismo
de defesa para afirmar todas as dificuldades, como por exemplo “ Ninguém gosta
de mim porque eu sou gordinho” e etc. Nesse caso, a obesidade passa a ser o
maior risco.
Pessoas que se alimentam regularmente, por vontade própria,
para manter a saúde em dia, as vezes exagerando um pouco, mas compensando na
caminhada e em exercícios físicos, tendem a ser mais felizes do que aquelas que fazem
regimes excessivos por vaidade.
Uma pessoa que passa vontade de comer um doce, ou um pedaço
a mais de pizza, não vai ficar satisfeita e tende a descontar no mundo, seja
com sarcasmo, seja com julgamento, seja de qualquer outra forma, ela vai querer
se vingar de quem vive bem sem ter que se preocupar em agradar mais ninguém.
Equilíbrio pessoal, essa é a palavra, como sempre. Nem
anorexia, nem obesidade, apenas a felicidade.

Nenhum comentário:
Postar um comentário