É bastante comum ouvirmos de alguém próximo, ou de nós mesmos a expressão "Fui iludido".
Será que isso é verdade?
Será que a pessoa que o iludiu é assim tão boa no quesito fingimento e hipocrisia? Ou será que foi você que se negou a enxergar as atitudes e até mesmo ouvir as palavras?
Muitas vezes, por razões inexplicáveis, nos vemos presos a pessoas que mais nos fazem mal do que bem, mas que quando analisamos friamente, normalmente após o fim de um relacionamento, não podemos acusar de terem sido desonestas, pois os sinais estavam lá o tempo todo.
Nós, na verdade, aceitamos muitas coisas que não deveríamos na tola esperança de que as coisas possam mudar e de forma ainda mais tola, que temos o poder de mudar outra pessoa. Não temos.
Pessoas mudam raramente e unicamente por vontade própria. E ainda bem que é assim, pois quem muda pelo outro, não tem vida própria.
A real pergunta deveria ser quase sempre "Porque me iludi tanto?" E com a pergunta certa é possível trabalhar para encontrar a resposta e o mais importante, aprender com o próprio erro para ter a inteligência de não errar mais.
Afinal, errar é humano, mas insistir no erro já é humano demais...
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