Pessoas têm nomes, lugares têm nomes, por vezes colocamos nomes até em brinquedos e objetos, mas será que é necessário nomear tantas coisas, como relacionamentos, por exemplo?
Existem, hoje em dia, muitas formas de nominar um relacionamento: Namoro, relacionamento aberto, noivado, casamento, enrolação, ficando, saindo, conhecendo entre outros que eu, pela idade já avançada, nem devo conhecer.
Mas o que define efetivamente cada um desses "estados", o que é realmente um namoro, ou ficando, como podemos definir essas palavras?
O que significa estar namorando? Quais as atividades que permeiam essa premissa? E quando escutamos a frase "Estou morando com o meu namorado" ainda é namoro, ou casamento?
Vivemos sob muitas regras informais e por vezes não temos respostas para o que não sabemos definir.
Cada casal define namoro, ou seja lá o nome que for, da forma que preferir. Pra mim, por exemplo, o fato de morar sob o mesmo teto e dividir as contas faz com que o casal seja "casado", independente de documentação legal ou religiosa, isso é problema burocrático que fica para depois.
Os relacionamentos foram mudando com o tempo e essa mudança fez com que coisas mais formais se perdessem, como por exemplo o pedido de namoro, que antes era obrigatório e hoje está quase extinto.
O namoro simplesmente é a continuidade de uma das várias denominações que citei acima e por vezes até mesmo uma pessoa do par se considera namorando e a outra ainda não.
O que é mais importante, o nome que se dá, ou a maneira que se sente?
Todo relacionamento muda com a idade, o amadurecimento e com o próprio relacionamento. E não há como dar nome para tudo isso.
Então, que todos aproveitem ao máximo seus relacionamentos, seja lá que nome tiverem, mas sempre com respeito ao parceiro e, principalmente a si mesmo, e fundamentalmente, sem querer criar um modelo "correto" para cada nome de relacionamento, pois pessoas diferentes, nunca terão relacionamentos iguais...
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