Jan Christiaan Smuts definiu a holística como sendo a “tendência da natureza de usar a evolução criativa para criar um todo que é maior que a soma de suas partes”.
Matematicamente isso parece esquisito, mas quando levamos conta apenas o ser humano e suas atribuições físicas, emocionais e juntamente com seus conhecimentos em todas as áreas possíveis, conseguimos com maior facilidade entender que quanto mais conhecimento, força, habilidades de comunicação, entre outras coisas, adquirimos, melhoramos mais do que aquilo que foi adicionado.
Ao transferirmos a holística para as empresas, entendemos que a empresa deve ser representada por todos os seus elementos, estratégias e atividades. Diferente do que normalmente é feito pelos gestores, que procuram enxergar a empresa como sendo uma união de vários compartimentos separados, como por exemplo administrativo, comercial, operacional, financeiro e etc...
Ao olhar separadamente para cada setor, ou compartimento, é muito mais fácil perder a visão do todo.
Um dos objetivos do recrutamento por psicólogos é exatamente ver o todo. Ao analisar o currículo do candidato não só pelas experiências anteriores ou até mesmo pela falta de experiência dos jovens, conseguimos olhar para o todo, para inserir o colaborador no local mais adequado para que a engrenagem da empresa, como uma unidade, funcione bem. E, por isso, que também recomendo a readequação de pessoal pelo mapa astral. Pois podem haver colaboradores que funcionam bem em uma engrenagem, mas que poderiam ajudar muito mais o todo.
Hoje em dia não há mais espaço para pensar em partes, se o resultado não for do todo, nunca será positivo o suficiente. Vamos fazer melhor, vamos organizar melhor, vamos enxergar o todo!

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