Dizem por aí que tudo na vida tem um remédio. E eu acredito que, tirando algumas exceções, esta seja realmente a verdade. O remédio pode ser um comprimido, um xarope, uma injeção, mas pode também ser o tempo, um abraço, uma palavra de carinho.
Uma pílula pode não ser suficiente para curar um paciente
diagnosticado em estado terminal, mas uma demonstração de afeto pode trazer
paz, mesmo que não diminua a dor, pode trazer um sossego para a alma, por
mais que não possa aumentar o tempo de vida.
A ciência pode ainda não ter conseguido encontrar a cura
para todas as doenças e nós não somos imunes aos vírus e bactérias que coabitam
nosso planeta, mas ainda acho que muitas das doenças do mundo, muita gente não
vê e muito dos remédios estão dentro de nós mesmos, mas como estamos em um
estágio de egoísmo, falta de empatia e irracionalidade, não conseguimos
enxergar o poder da cura que trazemos conosco.
Somos não só pessoas doentes, somos uma sociedade doente,
corrompida pela violência, pela corrupção, pela intolerância, pelo preconceito
e acabamos aprendendo a temer o nosso semelhante. Somos a doença do nosso
próprio mundo e se não mudarmos, estaremos colocando o nosso planeta em estado
terminal. Nesse momento, não haverá remédio, nem remorso que possa recuperar o
que destruímos.
Precisamos insistir em paz, harmonia, respeito e aceitação
do outro. Precisamos enxergar que estamos criando a nossa própria doença e
assim usar o que há de melhor dentro de nós. A cura.
Façam um favor a vocês mesmos e a todos nós. Pensem com carinho nisso...

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