segunda-feira, 3 de junho de 2019

Apenas Palavras


Sem ordem, desordem, carneirinhos no céu.
No sol, queimando com a chuva de verão.
Que frio! O Deserto parece o Alaska, mas com areia no lugar da neve.
Branca, mas sem os anões, pois eles cresceram. Comeram o Feijão.

Que tédio, me falta tempo tenho muito a fazer mas não vejo nada.
Ponto, pronto, acabei, sem começar nem terminar.
Já foi, já era, ou nem chegou no seu lugar.
Astronautas de Marte, vermelhos como o mar de lava.

Que banho! Quente com água morna, vinda das Cataratas.
Cegueira completa, visão incorreta, saúde!
Saudade, verdade, que se dane a vaidade e os Flinstones.
A pé, de ré e xulé no pé, do pato, do Rei, meu não!

Por onde andam os perdidos que acharam a passagem?
Foram no ônibus espacial e perderam o ponto.
O motorista não parou e o destino agora é a Lua.
Sem máscara, com ar. Condicionado, se a condição é a achar a solução.

Corpo fechado no Rio doce do Mar aberto.
Sucesso, como só o fracasso é capaz de mostar.
Aonde colocaram a chave da porta? Do lado de dentro.
Como vou poder entrar? Para então poder sair de mim...

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