Bom dia hoje, e bom dia todos os dias!
segunda-feira, 28 de outubro de 2019
A Importância do Tempo Presente
Bom dia hoje, e bom dia todos os dias!
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
Diálogos
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
5 Minutos
Tantas vezes, cansados, chateados com a vida, sem conseguir dormir direito, nos pegamos reprogramando o despertador para mais cinco minutos de um sono infrutífero, improdutivo e que, no fim das contas, pode ser mais irritante do que importante.
Mas e se, em vez de desperdiçar esses cinco minutos tentando descansar um pouquinho mais, a gente passasse a usá-los para refletir, pensar e definir pequenas metas diárias capazes de mudar, aos poucos, os caminhos da nossa vida?
Todos os dias, antes de levantar, feche os olhos. Não para dormir, mas para decidir o que precisa mudar, quais objetivos quer alcançar e o que pode fazer para chegar até lá.
Cinco minutos, todo dia, para buscar dentro de si mesmo a mudança. Para começar a construir um novo e melhor futuro. Para gostar mais de si mesmo. Para se transformar.
Depois de alguns meses, se conseguir cumprir pouco a pouco o que planejou nesses cinco minutos, vai notar a diferença. Vai perceber que não perdeu cinco pequenos minutos de sono, mas ganhou muito tempo de qualidade de vida e uma nova versão de si mesmo.
O que acha de começar a lutar e agradecer, em vez de reclamar?
Vamos tentar?
Boa semana!
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
Outubro Rosa
Um movimento nascido no começo dos anos 2000, nos Estados Unidos, criado para conscientizar a população feminina sobre os riscos do câncer de mama, hoje ganha o mundo, com monumentos iluminados de rosa por todos os lugares, inclusive aqui no Brasil.
Mais de 15 anos depois, o Outubro Rosa cresceu muito em visibilidade. Várias empresas criaram ou adaptaram seus logotipos com o laço cor-de-rosa, e corridas de rua com o tema são realizadas em inúmeras cidades. No entanto, o resultado efetivo da campanha ainda é incerto no Brasil.
Algumas cidades publicam o número de atendimentos e mamografias realizadas, outras oferecem orientações e exames gratuitos, mas sem informar de forma clara o quanto esse trabalho tem sido realmente eficaz.
O que se sabe são os números de casos e mortes divulgados anualmente. E, apesar de percentualmente terem diminuído um pouco entre 2016 e 2018, o número absoluto de mortes aumenta a cada ano.
Em 2017, foram registrados 16.724 óbitos causados pelo câncer de mama. Ou seja, cerca de 46 mulheres por dia morrem em decorrência da doença, o que representa, em média, duas mortes por hora. Esses dados mostram que a campanha precisa ser ampliada, aperfeiçoada e acompanhada de um trabalho contínuo de conscientização, para que não fique restrita aos logotipos coloridos das empresas, ao valor arrecadado nas corridas ou às luzes de outubro, sendo esquecida de novembro a setembro.
A cura para o câncer de mama, quando diagnosticado no início, tem alta taxa de sucesso. No entanto, a falta de informação, principalmente nas regiões onde as luzes e imagens do Outubro Rosa não chegam, ainda deixa um rastro de sofrimento e perda.
Como em todas as doenças, a escolha por uma vida saudável é a melhor forma de prevenção. Praticar atividades físicas, evitar o fumo e o consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas, reduzir o uso de hormônios e manter uma boa alimentação são atitudes simples que fazem grande diferença.
Mas, se nada disso fizer parte da sua rotina, pelo menos realize o autoexame preventivo e, se notar qualquer alteração, procure um ginecologista para avaliação e realização da mamografia.
Uma dica para o autoexame é ficar em frente ao espelho e:
• Observar os dois seios, primeiramente com os braços caídos;
• Colocar as mãos na cintura fazendo força;
• Colocar as mãos atrás da cabeça e observar o tamanho, a posição e a forma dos mamilos;
• Pressionar levemente o mamilo e verificar se há saída de secreção.
Caso perceba algo estranho ou diferente, procure um médico o quanto antes.
Valorize a vida. E tenha uma boa semana.
terça-feira, 8 de outubro de 2019
Nomofobia
Você pode nunca ter escutado a palavra nomofobia, mas corre um certo risco de sofrer desse mal moderno que a cada dia atinge mais pessoas.
Nomofobia é o medo patológico de ficar sem o telefone celular, ou sem algum de seus recursos, como bateria, plano de dados ou sinal de internet.
Se você fica ansioso quando o celular apita e não consegue se controlar enquanto não vê quem curtiu ou comentou suas publicações, se responde e-mails pessoais ou profissionais ainda deitado, se a bateria acabando causa desespero ou medo de perder notificações, cuidado: você pode estar nomofóbico.
As fobias são, normalmente, medos irracionais, mas neste caso há uma particularidade. O medo não é exatamente de perder as notificações, e sim de ficar separado do próprio aparelho.
O nome nomofobia vem do inglês no-mobile-phone phobia (“sem telefone celular”). Quando o fenômeno começou a ser estudado, em 2008, os primeiros resultados já foram alarmantes. Cinquenta e três por cento das pessoas demonstraram algum nível de medo de ficar sem o celular.
Essa é uma fobia em crescimento, especialmente entre os jovens estudantes. Um número enorme de adolescentes hoje não se separa do aparelho nem para tomar banho. Em um dos estudos, constatou-se que muitos afirmaram preferir perder um dedo mindinho a ficar sem o celular. Com a nomofobia, o contato humano se perde cada vez mais. Até as ligações telefônicas estão sendo substituídas por mensagens de texto, áudios e redes sociais.
Um novo estudo, realizado em 2016 na Europa, mostrou que o nível de estresse de uma pessoa nomofóbica sem o aparelho se assemelha ao vivido no dia do próprio casamento. Um nível muito elevado.
Pode parecer algo banal, mas se você percebe que não vive mais sem o telefone, que o consulta mesmo em uma roda de amigos ou durante o jantar em família, se sente angústia só de imaginar tê-lo esquecido em casa, é hora de se preocupar.
Os efeitos desse comportamento vão desde ansiedade e irritabilidade até insônia. Além disso, o uso excessivo compromete o desempenho profissional. Em média, uma pessoa passa quase cinco horas por dia no celular, o que reduz a produtividade e afeta a vida pessoal. Em uma pesquisa, uma a cada dez pessoas admitiu não conseguir deixar o celular de lado nem durante momentos de intimidade com o parceiro.
Se você se identificou com algumas dessas situações, talvez seja o momento de reconectar-se à vida real. Desligar o telefone pode ser, paradoxalmente, uma forma de se reaproximar de si mesmo. E se a dificuldade persistir, buscar apoio psicológico é o caminho mais sensato. Nomofobia é um transtorno, e quanto antes for compreendido, mais fácil é recuperar o equilíbrio.
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