Tempos atrás escrevi aqui sobre respeito, mais precisamente sobre a falta de respeito em que vivemos nos dias atuais.
Além da falta de respeito, muitos humanos também não têm empatia e não conseguem enxergar a dor e o sofrimento das pessoas que vivem fora da sua bolha.
Um dos grandes exemplos disso é a falta de consideração com pessoas com deficiência, com dificuldades de locomoção ou de entendimento.
E conseguimos ver esses exemplos desde as coisas mais simples, como usar vagas especiais em estacionamentos sem nenhuma vergonha, até o desrespeito com crianças portadoras de algum tipo de deficiência cognitiva.
Ao mesmo tempo, é reconfortante perceber que muitas das pessoas chamadas de deficientes são muito mais produtivas, proativas e, fundamentalmente, muito mais felizes do que os chamados perfeitos. Vemos atletas que competem com garra e determinação, que não enxergam defeitos em si mesmos, mas diferenças. Pessoas que não se entregaram, não abriram mão e não desistiram do dom de viver.
Além disso, em pessoas com autismo, síndrome de Down e algumas outras características, encontramos muito mais pureza, mais inocência, mais honestidade e, principalmente, mais amor.
Os defeitos que são vistos pelos olhos são muito menores do que os defeitos incorrigíveis de quem não vê nada de errado no espelho, mas carrega todos os defeitos do mundo na mente, no coração, no seu interior.
Boa semana e até a próxima.
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