Praticamente tudo na vida tem um preço, um valor.
Algumas coisas pagamos por obrigação, outras gostaríamos de pagar mas não sobra dinheiro, e até existem aquelas que pagamos com prazer.
Até o dinheiro que ganhamos tem um custo, um valor que por muitas vezes não é atribuído e nem nos damos conta, mas que por vezes é mais caro do que ele realmente vale.
A condição que temos em nosso país há muito tempo não permite ao trabalhador normal a possibilidade de avaliar o preço do seu esforço, pois em grande parte dos casos, ele não tem escolha. A procura é muito maior que a demanda e boa parte dos empresários, mais interessados em si mesmos no que nas pessoas que possibilitaram a eles terem o que tem, não se envergonham em pagar sempre o mínimo possível, para ficar cada vez com mais.
Mas, hipoteticamente, se fosse possível medir, será que o dinheiro que você ganha vale mais do que ele custa?
Será que o suor que se derrama, os riscos que cada um de nós corre só por sair de casa, os engarrafamentos, as enchentes ou o calor escaldante compensam o que vem no holerite no começo do mês.
Quantos casos presenciamos de pessoas que pagaram com a própria vida pelo dinheiro que ganharam, infartando pela pressão e estresse do trabalho, ou entrando em depressão por trabalhar demais e não conseguir viver fora do trabalho, perdendo a família, a vida social e etc.
Em países como o Japão, muitos suicídios são cometidos por diretores e pessoas com outros bons cargos que são demitidos e perdem o rumo da vida.
No meio de tantas preocupações, boletos, contas, desejos de viagens e consumo, pare um pouco, respire e pense no valor que dá hoje à sua vida, comparado com o valor que coloca nos bens materiais, nas fotos que tira, na vida que quer pensar ou passar para os outros que tem.
O bem mais precioso que temos, recebemos de graça e acabamos gastando demais para cuidar da saúde do que ganhamos para aproveitar a vida.
Carpe Diem!
Boa semana!
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