Já não escuto falar da lei de Murphy hoje em dia, como ouvia antigamente, talvez o nome tenha se modernizado, visto que não entendo uma boa parte das expressões que os mais jovens usam hoje em dia, ou a expressão caiu mesmo em desuso, o que pode ser bom.
A premissa básica da lei de Murphy é que se uma coisa pode dar errado, há uma grande chance de dar errado mesmo.
Coisas bobas, como o pão cair no chão com parte da manteiga virada para baixo, perder o ônibus, ou um carro passar sobre uma poça de água na hora que você está caminhando, eram motivos para invocar a lei de Murphy.
Pessoas que se julgavam azaradas, usavam a expressão o tempo todo, o que elas não pensavam e talvez não pensem até hoje, é que inconscientemente quanto mais você acha que as coisas vão dar errado, maior a chance de isso acontecer.
E, pasmem, Murphy não tem nada a ver com isso.
Quando fazemos alguma coisa já desacreditados, não nos esforçamos o quanto poderíamos, não acreditamos na nossa capacidade e nem damos mais importância aos acontecimentos negativos. É como se deixássemos tudo nas contas do acaso e nos acomodamos com nossos fracassos.
Uma pessoa pessimista sempre vai achar que já sabia das coisas ruins que iriam acontecer, e tem dificuldade de aceitar ou comemorar as coisas boas, pois acham que delas vai surgir alguma desgraça ou problema.
Ou seja, ela nem tenta segurar o pão que está caindo, correr para chegar no ponto mais rápido que o ônibus que vem vindo, ou acreditar que o motorista daquele carro vai desacelerar para que ela não seja atingida pela água da poça, se conforma apenas com a situação ruim e depois de algum tempo nem reclama mais, acha tudo o que é negativo normal.
E o pior, não aceitam a sua participação nas coisas ruins e continuam insistindo apenas no azar, na casualidade e no pobre Murphy.
Faça a sua lei, corra atrás dos objetivos, levante se tropeçar e cair, assuma seus erros, entenda seus riscos e rasgue a lei de Murphy da sua vida!
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