Nem sempre vejo o que está à frente dos meus olhos.
Às vezes, estou apenas olhando para dentro da minha alma.
Eu não questiono a minha existência,
mas acredito que viveria melhor em um tempo passado.
Sinto que apenas vagueio por aqui,
perdido nesse mundo moderno.
Mas sigo em frente, mesmo com as mãos atadas,
mesmo com o rosto marcado e ferido.
Tentarei caminhar pelas sombras,
atravessar o desconhecido que me atrai,
até chegar ao jardim,
ao jardim de pedra.
Sob o jardim de pedras, tudo estará em paz.
E então, não estarei mais sozinho.
Caminharemos de mãos dadas, sem correntes,
com o rosto limpo, como o da criança que um dia fui.
Nenhum comentário:
Postar um comentário