Opiniões são variadas e devem ser respeitadas. E elas existem sobre todo e qualquer assunto.
E tendem a ser bem variadas quando o assunto é algo abstrato. Abstrato como o Amor.
A minha opinião sobre o amor deve ser uma das mais diferentes que vocês conhecem. Mas não só tenho uma opinião diferente, como também faço uma divisão para o sentimento que chamamos de amor.
O Amor que existe no que chamamos de relacionamento, para mim, deve ser único. Portanto, para que eu tenha certeza de que amo ou amei alguém, preciso estar ciente de que daquele momento em diante não haverá ninguém na minha vida que possa substituir a pessoa amada.
Já a parte mais sincera do amor é aquele que chamamos de "Amor de Mãe", o amor da família.
E é sobre esse Amor que vou escrever hoje. O Amor de Mãe, mas também o amor para com as mães.
Sabemos que existem muitos filhos que, por ingratidão ou qualquer outro motivo, sempre errado, em algum momento deixam de amar sua mãe ou seus pais.
Normalmente o arrependimento destrói essa pessoa quando o tempo passa, a idade chega e os pais vão descansar no céu.
Já as Mães, mais que os Pais, têm um amor inexplicável, algo que parece ser interminável, infinito, sem tamanho e sem fim. Mesmo quando precisa punir, gritar, educar, o amor está lá presente, se manifestando de forma talvez equivocada, pois existem mães que não têm o dom da palavra, mas transbordam o dom do amor.
No momento alarmante pelo qual passamos há alguns anos atrás, em virtude do coronavírus, me lembro de como foi difícil perder de uma só vez, praticamente, dois dos três maiores amores da minha vida e talvez seja por isso que me sinto dominado pelo medo, mesmo fazendo tudo como pedem as autoridades e tomando todos os cuidados do mundo. Não é admissível, para mim, correr o risco de perder o único amor verdadeiro que ainda tenho comigo.
Porque ninguém nunca vai substituir o sentimento que tinha, nem o que ainda tenho. Ninguém substitui um amor verdadeiro...
Nenhum comentário:
Postar um comentário