Disse, no resumo do ano anterior, que passei na UNIP, mas não escrevi o curso.
E desde o primeiro dia de aula, tenho certeza que escolhi corretamente.
Entrei na faculdade para cursar psicologia, contra a vontade de toda família, mas com a certeza de que o que fazia de melhor era escutar as pessoas e cuidar delas, como nunca cuidei de mim mesmo.
Disseram que não ia ganhar dinheiro com isso, e não ganhei mesmo, até hoje, mas aprendi muito a lidar com as pessoas, entender, enxergar e assim ser capaz de liderar, como fiz com mais de 400 jovens e depois para ser tão bom nos contatos comerciais que me permitiram voltar a fazer o que amo.
Portanto, 1994 foi o ano da minha afirmação como profissional, apesar de ser apenas um começo.
Nem tudo foram flores, o trabalho me consumia, as aulas, inclusive aos sábados, me cansavam, leituras e mais leituras, e as colgas e um colega da turma, que se iniciou com 92 mulheres e 7 homens...
Maturidade, desafios, nova visão de mundo.
Mais futebol, menos jogo de botão, os primeiros sentimentos aflorados, a primeira decepção em um relacionamento de verdade, mas a certeza, absoluta, que aquele menino tinha ficado para trás, com muito ainda a fazer, mas sem tempo, porque havia muito a conquistar, muito a errar, muito a aprender, comemorar, se arrepender, ou seja, muito a viver...
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