sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Feliz Natal e Ano Novo e Adeus 2016

Um ano inteiro se passou, a Terra deu sua volta no Sol e quanta coisa aconteceu...

E esse, apesar de ter tido alguns bons momentos, definitivamente não foi um ano bom em termos pessoais e principalmente familiares, o que certamente nos deixa lições a serem aprendidas.

Consegui, esse ano, fazer minha primeira grande viagem, que foi fantástica, cheia de descobertas, aprendizado e conhecimento.

Esse ano voltei ao estádio para assistir ao vivo meu time ser campeão Brasileiro.

Fortaleci muito algumas amizades que se mostraram fundamentais para a minha caminhada e formei algumas novas, que vão seguir comigo nesta estrada da vida.

Mas todas essas coisas boas foram apagadas pelos últimos 45 dias, em que pudemos ter certeza do tamanho da nossa fragilidade e ao mesmo tempo um teste da nossa resistência e da nossa força.

Fomos colocados em prova emocional e mental com problemas de saúde seguidos na família, envolvendo 4 pessoas diferentes, entre elas eu mesmo, e nos deixando sem as ideais condições de trabalho, atenção e com a ansiedade e os sentidos nervosos à flor da pele.

Estão sendo, pois meu Pai ainda segue internado e sem previsão de alta, 45 dias de constante preocupação e um certo temor, onde nos vemos em uma situação de medo, sempre pensando " O que mais falta acontecer ? "

Claro que a saúde e os problemas não escolhem dias, não escolhem datas e nem períodos, mas, pela data comemorativa, acaba se tornando ainda mais pesaroso, pois junto com o pacote da tristeza, surge a dúvida sobre o que fazer e de que forma, nesse período em que sempre esperamos festa, presentes e abraços. Pois então, que consigamos usar esse momento de apreensão e de dificuldade para nos concentrar no que realmente é importante! Que consigamos entender o valor de ficar juntos, de tocarmos nossas mãos e aproveitarmos todas as oportunidades para estar ao lado de quem nos é tão caro. Que consigamos entender que a vida não é eterna e que os momentos em que podemos confraternizar servem para amenizar o coração e não para lembrar de intrigas e diferenças de pensamentos, das formas diferentes de enxergar e de entender os fatos e fundamentalmente que não vale absolutamente nada uma discussão idiota sobre a vida afetiva dos pseudo famosos da TV.

Que tenhamos a capacidade de lembrar e sorrir dos bons momentos e trocar a força entre nós e não nos deixar enfraquecer ainda mais, que ao invés das caretas de reprovação sobre o que o outro está falando, tenhamos sempre um sorriso para dar em troca. Não somos obrigados a concordar com nada, mas temos a obrigação de respeitar a posição e a opinião de todos.

Que neste Natal consigamos ter harmonia suficiente para tentarmos suportar com habilidade os desafios do novo ano.

Amigos, Família e Leitores, desejo a todos vocês um Natal mágico, que o simples abrir dos olhos os deixem com a certeza de que são todos especiais, que tenham um ano de 2017 muito melhor do que foi 2016, independente do quão bom ele possa ter sido e principalmente, que todos tenham muita saúde em seus lares. Não esqueçam, aproveitem o momento, curtam a presença de cada pessoa querida ao seu lado e vivam intensamente cada segundo de felicidade!

Nos Encontramos aqui ano que vem !


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

A Magia da Comunicação


Provavelmente poucas coisas são mais importantes e, também, mais difíceis do que ter uma comunicação eficiente.

Comunicar é diferente de falar, explicar, visualizar, criar. Comunicar é arte de passar uma informação, fato, ou mensagem, de forma que várias pessoas de diferentes classes sociais, culturas, religiões, entre tantas outras diferenças, entendam com clareza.

O que se torna tarefa ainda mais hercúlea nos dias atuais, pela enorme falta de respeito e de entendimento de boa parte das pessoas.

Por isso que hoje em dia comunicar é mais importante que conhecer. Como previu Carl Rogers em seu livro “ Um jeito de ser”, nos dias atuais o conhecimento sobre o assunto não é o mais importante nas ciências do comportamento. Ter o conhecimento e não saber como o expressar o deixa trancafiado no seu próprio interior, sem ter grande valor ou utilidade.

Para ser um ótimo comunicador, antes de mais nada é preciso ser um ouvinte de primeira linha. Só conseguimos nos fazer entender, se temos a capacidade da compreensão, do respeito pela palavra do outro, de realmente ouvir o que o outro diz e não apenas julgar ou ignorar porque a opinião dele é diferente da minha.

Isso me leva a uma conclusão: Jamais tente ensinar ou convencer outras pessoas, se você não tem capacidade para aprender. Pois se você não consegue aceitar e ouvir o que o outro tem a dizer, não saberá fazer o inverso com razoabilidade, deixando ao outro o direito de escolha.

Toda comunicação tem que ser relevante, tem que fazer diferença, tem que servir para alguma coisa. 

E, acreditem, é ótimo quando conseguimos ouvir alguém, mesmo que não concordemos com o que ouvimos, mas isso nos coloca em contato e todo contato é um fator de enriquecimento da vida.

Depois que aprendemos a nos comunicar, um fenômeno acontece em nossa forma de escutar e enxergar as coisas. Escondidas em frases superficiais, palavras que aparentemente são de pouca importância, podem existir gritos desesperados de socorro de pessoas que não conseguem externar seus sentimentos.

O mesmo Carl Rogers sustenta esta teoria através de inúmeros trabalhos e pesquisas e quando paro para pensar, vejo que realmente faz sentido, que muitas vezes por trás até mesmo do silêncio eu ouvia palavras que não eram ditas, que me guiavam nos atendimentos.

Por isso que há muito tempo, eu troquei a expressão “ Falar é fácil, difícil é fazer”, pela que eu julgo mais correta: “Falar é fácil, difícil é entender”.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Vendendo Melhor


Sou Psicólogo formado já há 24 anos.

Mas tive um hiato nos atendimentos e na profissão que durou de 2008 à 2014, isso porque para preparar meu futuro financeiramente, tive um emprego paralelo que foi crescendo, me tomando cada vez mais tempo, me criando cada vez mais oportunidades e que, por fim, me obrigou a não pegar mais pacientes, terminar o atendimento daqueles que estavam em andamento e focar 100% do tempo na atividade que estava exercendo.

Contudo, isso nem de longe foi ruim, pelo contrário, me ensinou a cada dia várias lições que eu hoje posso usar no meu cotidiano e até mesmo, por que não, nos meus atendimentos.

Comecei essa carreira paralela dando suporte à clientes que adquiriam o software da empresa para a qual eu trabalhava, mas aos poucos minha curiosidade e a vontade de sempre ter as respostas mais assertivas para nossos parceiros me fizeram estudar a dessa forma evoluir cada vez mais no assunto.

Com o passar do tempo, sai da área do suporte e passei para a área comercial da empresa. E essa foi a mudança mais importante de todas, porque descobri em mim mesmo algo que eu jamais desconfiava que existia. Eu que sempre fui tímido, fechado e só me sentia bem para conversar com uma pessoa estranha no consultório, me vi obrigado a enfrentar reuniões com diretores, presidentes e donos de empresas, pequenas, médias e multinacionais. As vezes duas pessoas, as vezes seis ou sete, sempre entrando no emaranhado mundo dos impostos do nosso país e mais a fundo no Estado de SP.

Porém, o mais legal de todo esse trabalho que evoluiu para o cargo de diretor comercial da empresa, foi que eu aos poucos fui notando que tinha novos amigos, que os clientes aos poucos mandavam mensagem para saber se estava tudo bem, eu me via perguntado dos filhos e das esposas ou familiares, marcava cafés para bater papo e conversar sobre as atualidades fiscais, mas também do futebol, do governo, dos nossos problemas e amenidades.Ao mesmo tempo em que travávamos "batalhas" por preço, prazo e processos, dávamos risada e sempre nos despedíamos com um abraço e um forte aperto de mão.

Mas para que isso pudesse ocorrer, uma coisa foi sempre fundamental, acreditar no que eu estava vendendo, acreditar que o meu cliente, agora amigo, teria retorno no trabalho, apoio, suporte e ajuda sempre que necessário. Digo isso porque eu jamais saberia vender alguma coisa que eu mesmo não compraria, que eu não usaria ou recomendaria para um amigo. Esse é o segredo para vender mais e vender melhor, acreditar no seu produto, acreditar na sua capacidade de entender, explicar e estudar tudo o que envolve o seu produto. E, claro, fazer de seus clientes seus amigos, não para vender mais, mas para que eles saibam que você, como amigo, jamais faria algo que os fosse prejudicá-los, pois um verdadeiro amigo não pensa na recompensa financeira, pensa no bem estar daquele com quem troca confiança mútua,

Venda mais, venda bem, mas fundamentalmente, venda tranquilo!

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Autoestima


Hoje em dia ouvimos muito o termo "bullying", sabemos através de notícias que jovens se matam por isso, ou se isolam e perdem boa parte da vida por não conseguir lidar com essa pressão. Por isso acho muito importante falarmos sobre a autoestima.

Aqueles que têm a qualidade de se valorizar, aceitar seu modo de ser e demonstrar confiança em seus atos e julgamentos pode ser considerado um indivíduo com a autoestima alta.

Uma forma simplificada de relatar a autoestima seria dizer que a opinião dos outros sobre você é absolutamente indiferente ou irrelevante, ou seja, não importam o que os outros digam, ou pensem à seu respeito, você continuará agindo, pensando e fazendo as coisas do seu jeito e tendo convicção que isso é o melhor para você mesmo.

Na psicologia, podemos dizer que a autoestima infla o ego e traz consigo os benefícios que isso proporciona, tais como; melhora na comunicação, segurança, expansividade e etc.

Mas, como sempre, tudo o que é demais pode causar problemas. Assim como na confiança e no otimismo, a autoestima não pode se transformar em arrogância, prepotência e etc...

E, claro, sua autoestima não pode ultrapassar o limite do próximo, ou seja, seu ego não pode se inflar a ponto de invadir o espaço de outra pessoa, senão o processo do bullying passa a ser inverso, mas com o mesmo efeito, ou seja, afastamento de outras pessoas, reclusão e dificuldade de aceitação.

Para que o convívio entre as pessoas seja harmônico, sempre temos que respeitar e aceitar as opiniões e posições de todos, mas também precisamos respeitar as nossas próprias decisões, sem abrir mão do nosso direito de pensar e agir da forma que nos sentimos melhor.

É preciso deixar as pessoas viverem mais as suas vidas e nos preocuparmos mais com a nossa. Uma das maiores qualidades das pessoas com a autoestima alta é exatamente não dar importância para como vive o outro, o que ele faz, ou deixa de fazer, afinal, isso não importa.

Deixe o seu vizinho fofoqueiro falar da sua vida, seu colega de trabalho te chamar de puxa-saco, sorria para aquela sua tia que adora perguntar sobre seu relacionamento na ceia de natal. Retribua vivendo, sorrindo, aproveitando e nunca imitando as atitudes deles, pois assim, vai chegar um momento que a sua felicidade vai deixar de ser interessante e consequentemente, deixará de ser assunto.

Aproveite cada segundo do seu presente!

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Inteligência Emocional

 
Dizemos que um indivíduo emocionalmente inteligente é aquele que consegue identificar as próprias emoções com mais facilidade.

Sabendo lidar com as emoções, o sujeito tende a conseguir suportar melhor seus problemas e encontrar a motivação para seguir em frente, ir atrás dos objetivos sem deixar se abater por perdas e dificuldades.

Algumas das principais características da inteligência emocional são:

Capacidade de controlar impulsos, canalizar emoções para situações adequadas, praticar a gratidão e motivar as pessoas, encorajar outros indivíduos.

De acordo com o Psicólogo Daniel Goleman, a inteligência emocional pode ser subdivida em cinco habilidades específicas:

 Autoconhecimento emocional

 Controle emocional

 Automotivação

 Empatia

 Desenvolver relacionamentos interpessoais (habilidades sociais)

Esse controle das emoções e sentimentos, com o intuito de conseguir atingir algum objetivo, pode ser considerado como um dos principais trunfos para o sucesso pessoal e profissional. 

Isso significa, em outras palavras, que mesmo passando por problemas pessoais em casa, ou emocionais em um relacionamento, o sujeito consegue manter o foco no seu trabalho e realizar suas tarefas com sucesso e qualidade, ou, no caso inverso, mesmo tendo problemas no trabalho, consegue chegar em casa e se divertir com os filhos ou com amigos e família, sem despejar nos outros o resultado do seu fracasso profissional momentâneo.

Por isso, em alguns casos, diz-se que a pessoa emocionalmente inteligente é mais valiosa do que aquela com um Q.I. elevado, mas com dificuldade de relacionamento.

Afinal, reconhecer e conseguir avaliar seus próprios sentimentos e até mesmo das outras pessoas e ter capacidade de lidar com isso, torna a pessoa especial dentro de um grupo.

Sabemos que é bastante difícil este trabalho de autoconhecimento e por isso mesmo é tão valioso. É importante, então, tentar com afinco entender o que se passa dentro de nós, pedir ajuda para decifrar isso quando necessário e principalmente manter o foco, encontrar a motivação e seguir em frente.

Os objetivos estão sempre um passo a nossa frente e quando os alcançamos, já estamos prontos para ir atrás dos próximos!

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Descubra seu Potencial


Não há nada pior  em relação à vida profissional do que se encontrar em uma situação de comodismo, aceitação e consequente estagnação.

Isso sem contar nas inúmeras vezes em que existe alguma coisa incomodando, seja no que você faz, ou que gostaria de fazer, mas não é possível definir o que causa esse incomodo.

Boa parte das pessoas passa por isso. Seja na hora de escolher a faculdade, pois sente que tem uma aptidão para determinado curso, mas não consegue ter coragem para seguir, porque por alguma razão aquilo parece ser um desafio tremendo, seja na hora de escolher um emprego, quando sua intuição tenta te levar para um lado, mas sua razão o leva para o outro.

Para entender esse mistério, é importante você saber que todos têm habilidades que precisam de um trabalho mais próximo para se desenvolverem.  Ou seja, ao mesmo tempo em que você tende a ser muito bom em determinado assunto, ou ramo, é normal você ter um pouco de dificuldade para colocar isso em prática.

Para poder saber qual o seu talento escondido e depois trabalhar no seu desenvolvimento, é preciso primeiramente entender essa motivação, essa intuição, esse quase amor à primeira vista e depois, ter coragem para lutar por esse sono, esse desejo, mesmo sabendo que tende a ser difícil no começo.

O outro ponto importante é conhecer o seu diferencial, trabalhar o seu potencial e conhecer muito bem a si mesmo, seus pontos fortes, pontos fracos, habilidades e dificuldades.

Com todas essas informações, fica muito mais fácil encarar a jornada e ter força para seguir em frente, sempre buscando ser o mais feliz possível dentro do ambiente profissional.

E como conseguir essa força, como descobrir esse potencial?

Terapia! Com o trabalho terapêutico você se conhece cada dia mais, se fortalece contra os obstáculos que vão aparecer e valoriza apenas aquilo que realmente importa, além de trilhar, sessão após sessão, o caminho para o sucesso!

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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Natureza


Tenho feito algumas pequenas viagens diferentes desde que retomamos a vida quase normal, após a pandemia., Nessas viagens tendo ficado mais em lugares cheios de energia e completamente diferentes do que vejo no meu cotidiano da “Cidade Grande”.

Depois de voltar para casa, me dei conta do tanto que gosto desse contato com a natureza. De como eu fico por vezes parado olhando ao redor, escutando apenas os pássaros, sentindo o toque do sol, ou as gotas da chuva, como eu consigo ter instantes de paz.

Confesso que não consigo me ver morando em um lugar assim tão calmo, por mais que seja tentador imaginar o bem estar, a saúde, a distância da correria e do stress do trabalho, mas por outro lado distante de toda a tecnologia que “infelizmente” acabou fazendo parte do meu dia a dia.

Porém, passar alguns dias livre de tudo isso, faz um bem danado. Ter contato com o chão, a terra, a grama, pequenos animais, a paz e tranquilidade que nos transportam para dentro de nós mesmos, refletindo a existência e despertando gratidão.

É como se a própria Terra estivesse em contato conosco nos dizendo o quanto ela é linda, poderosa, e ao mesmo tempo, quando nos leva de volta para a realidade, nos dá um choque mostrando o quanto nós somos cruéis com toda essa dádiva que recebemos, como transformamos tanta beleza em um mar de cimento e poluição.

A evolução foi necessária e inevitável, mas será que não passamos um pouco dos limites?

Acho que já passou da hora de olharmos um pouco mais para o que nos resta da natureza e aproveitar. Nossa geração será uma das últimas a poder sentir o cheiro da grama molhada, das plantas, sentir o orvalho e admirar o por do sol em locais que nos conectam ao universo.

A menos que a sociedade mude radicalmente, com pessoas mais preocupadas com o futuro do que com o presente, vamos deixar de legado um mundo iluminado por leds, mas sem a cor da natureza...

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Otimismo

 

Diz-se da disposição para ver as coisas pelo lado bom e esperar sempre uma solução favorável, mesmo nas situações mais difíceis.

O otimismo também tem relação com a fé, com o chamado pensamento positivo e outras crenças que existem em todas as culturas.

E, claro, o otimismo é importante e fundamental para que as pessoas realizem seus planos, objetivos e busquem a felicidade.

Mas eu acredito que apenas o otimismo não é suficiente para que possamos fazer com que a vida siga os passos que nós queremos e planejamos.

Além dele, é preciso ter trabalho, perseverança, responsabilidade, enfim uma série de outras coisas que serão importantes em toda a caminhada.

Assim como uma pessoa pessimista terá dificuldade em conseguir algo, pois já sai de casa preparada para o pior e como considera esse pior sua verdade vai agir para se sabotar, o otimista demais também pode se atrapalhar para conseguir o que quer.

O otimismo pode ser confundido com arrogância, fazendo com que o sujeito deixe de se preparar por acreditar que já sabe demais. Ele pode acabar tropeçando por achar que conhece o caminho de olhos fechados.

Existe uma tênue diferença entre o otimismo e o sucesso, ou o fracasso, que é a preparação. Qualquer coisa que você queira, precise, goste ou se preocupe, deve ser planejada para ser conquistada. Não adianta nada ir para o médico levar os seus exames de colesterol no maior otimismo, se você só come lanches e frituras, nem sair para uma prova super confiante, se não abriu o livro para estudar.

Ser otimista não pode ser o mesmo que acreditar em milagres.

Precisamos, sim, ser sempre otimistas, ter sempre o astral lá em cima, sorrir, nos divertir, acreditar, mas sempre sabendo que a nossa atitude é fundamental para que isso seja possível.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Autoconhecimento


Ao olhar para o espelho e ver sua imagem refletida, você sabe que a pessoa na sua frente é você mesmo. Mas se no espelho ao invés da sua imagem você enxergasse apenas palavras que descrevem seus atos, sentimentos e forma de pensar, será que você se reconheceria?

O autoconhecimento é muito importante para evitar problemas e constrangimentos, pois grande parte das pessoas não consegue identificar em si mesmos os “defeitos” que enxergam e apontam nos outros. E o pior, não aceitam que se comportam, pensam ou sentem da mesma forma.

Ao repudiar no outro algo que faz, ou tem vontade, mas não coragem, para fazer, o individuo começa a não se aceitar do jeito que é e tende a procurar métodos para fugir de seus atos e responsabilidades.

E quando confrontado não encontra argumentos e procura uma forma de agredir seu oponente com atitudes, ofensas e sarcasmos, sem nunca, no entanto, tocar no assunto principal.

O conflito interno causado pela dificuldade em aceitar aquilo que sente é responsável por diversos problemas sociais, de reclusão, afastamento e pode chegar a virar doença, como perseguição ou até mesmo esquizofrenia.

Por isso não é nada incomum encontrar padres pedófilos, machões homofóbicos que na verdade são homossexuais, entre tantas outras vidas de fantasia e contradição.
Se as pessoas soubessem o quanto é mais saudável e melhor aceitar e conhecer quem realmente são, não teríamos tantos desastres psíquicos como temos.

Trabalhar o autoconhecimento, entender os atos e sentimentos e aprender a viver consigo mesmo são tarefas diárias e altamente recomendáveis. É necessário sair dos extremos, se afastar das obsessões e procurar o equilíbrio. Não adianta tentar mascarar ou enganar o que está dentro de cada um. Não existe nenhum movimento, manifestação, declaração, propagação de ideias se cada um, internamente, viver pensando apenas em agradar a sociedade, a família, os amigos, os colegas de trabalho e etc...

Enquanto não houver o respeito pelas diferenças, de opiniões, politicas, religiosas, esportivas, empresariais, entre outras tantas infinidades, cada vez mais as pessoas terão medo de se mostrar ao mundo e, consequentemente, de aceitar aquilo que são e como são, pensam e sentem.

Viemos ao mundo, todos nós, com um único objetivo. Encontrar a felicidade. Se não pudermos ser felizes conosco, como seremos com os outros?

Olhemos para dentro e coloquemos para fora tudo aquilo que é a nossa essência. Não é fácil, não é tão simples como parece, mas é possível. E fazer terapia pode ser a ponte que as pessoas precisam para deixar de se esconder no seu interior, para poder viver plenamente.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Ascendentes

Depois de duas semanas de férias, volto com a última postagem, dessa etapa, sobre astrologia. E hoje vou publicar sobre os ascendentes.

O texto é da sempre muito competente e querida Cris Branco, facilitando muito o entendimento sobre um tema tão interessante.

Se você tem ou tivesse um carro, como ele seria? Como você cuidaria dele? 

Pense que o Ascendente na Astrologia representa o nosso carro (o signo Solar, nosso motorista e nossas memórias e emoções seriam representados pela Lua).

O Ascendente representa a forma como filtramos o mundo e como o mundo acaba nos vendo. Representa também nosso corpo físico, nosso Santuário, o Templo que guarda nossa alma!

O ascendente é então o signo do zodíaco que se elevava no horizonte no momento no momento em que nasceu. É muito importante, porque revela a forma como expressa a sua personalidade, como se mostra e como canaliza a energia do signo solar. Não é quem somos, mas como nos mostramos. 

O Sol seria o presidente da nossa empresa, pois somos pura consciência, luz e essência. O signo solar seria nosso Diretor - como vamos dirigir nossa vida. O Ascendente nosso diretor de marketing.

A nível físico, o ascendente marca o momento em que o seu corpo entra em contato com o mundo exterior de forma individualizada, já sem a proteção do ventre materno. O ascendente marca o nosso corpo de forma a que este seja usado ao longo dos tempos como nosso instrumento para que a nossa essência se materialize e para que os outros, através da nossa imagem, consigam entender quem somos. 


O ascendente funciona como uma “máscara”, sendo que o corpo é o veículo da manifestação do nosso íntimo. Tal como, por exemplo, o físico de uma pessoa com ascendente em Peixes poderá refletir toda a marca psíquica deste signo: olhar sonhador, estrutura óssea delicada e andar leve e solto. No que diz respeito ao aspeto psicológico, o ascendente concentra em si a marca de tudo aquilo que nos rodeava no momento em que nascemos. Por exemplo, enquanto um ascendente Capricórnio se mostra ao mundo com seriedade, com muita força de realização para atingir aquilo que mais deseja, um ascendente em Gêmeos se mostra ao mundo com leveza, com muita vontade de aprender coisas novas e trocar com as pessoas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Horóscopo

Nesta semana, vou falar sobre horóscopo, para lembrar a todos que apesar de existirem muitos e bons profissionais sérios, estudiosos e competentes, também existem, em todas as áreas de atuação, aqueles que procuram se aproveitar da fraqueza humana para conseguir dinheiro fácil.

E é claro que o horóscopo é apenas um exemplo no mar de falcatruas que assola o nosso país, começando pelos governantes que tem coragem de tirar dinheiro de impostos que serviriam para melhorar a qualidade de vida da população, para pensar apenas nas suas famílias, gerações e conforto. Políticos que vivem de propina, encarecendo preços de obras e diminuindo a sua qualidade, sem se preocupar com os que vão utilizar o serviço. Diante disso, alguns dos “bidus” de jornais não passam de pequenos safados que, mesmo errados, são peixes pequenos.

Mas voltemos aos horóscopos de jornais e revistas, que são publicados diariamente, semanalmente e até anualmente. Existem muitos que trabalham corretamente e escrevem com estudo e retidão, mas aqueles que usam indevidamente a prática do horóscopo são os grandes responsáveis por grande parte do preconceito que existe com a astrologia atualmente. Quem lê esse horóscopo e se decepciona com o resultado, que quase sempre será desolador, tende a acreditar que todo trabalho astrológico é igual.

Mesmo aqueles que fazem suas publicações corretamente, devem deixar claro que as informações que se encontram ali, no jornal ou na revista, são apenas um pedaço do horóscopo verdadeiro, que é estudado através do mapa Natal. Esse horóscopo normalmente é chamado de horóscopo Solar, pois considera somente o signo em que o Sol se encontra no mapa Natal, ignorando assim os outros planetas e suas posições.

É fundamental para o estudo e análise de cada pessoa, a data correta, o horário e o local de nascimento para que um mapa seja feito e para que o resultado seja positivo. Não há como generalizar librianos, piscianos, arianos e etc. Apesar de algumas características que podem ser inatas aos signos solares. A posição do ascendente e demais planetas no momento do nascimento é o que vai reger as atitudes e mostrar os desafios de cada um.

Portanto, assim como um mau professor não pode ser um ponto de medição para todos os outros, o horóscopo do jornal não pode servir de parâmetro para toda a astrologia.


É necessário saber diferenciar e escolher corretamente no que acreditar e o que seguir. Pois sem convicção, em qualquer área da vida, a tendência é a existência de um mar de marionetes que saem em carreata para apoiar os políticos que os levarão de volta para a rua meses depois com o intuito de removê-los de onde foram colocados.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Astrologia na Ciência

Hoje, a astrologia não é considerada uma ciência e talvez nem deva mesmo assim ser vista.

Ciência significa conhecimento. O que se chama de conhecimento científico é que este possui um método, um caminho para ser construído. Existe a metodologia científica, baseada em hipóteses e testes empíricos.

A Astrologia também possui sua metodologia, seu estudo e resultados comprovados depois de muitos testes e análises.

Assim como a Astrologia, a Psicologia durante um certo tempo também não era considerada uma ciência, e isso também não é importante, afinal nenhum ser humano é “exato”, não há uma equação e nenhuma fórmula para que problemas e atitudes sejam corrigidos. O Trabalho é individual, baseado em muito estudo, muitos testes, muitos resultados, mas sempre com particularidades inerentes a cada indivíduo.

Existem situações em que os resultados acabam sendo mais significativos do que a tentativa de convencer pessoas a darem crédito àquilo que acreditamos.

Como eu sempre digo, não há satisfação maior quando damos alta para um paciente, quando recebemos como retorno a certeza de que o caminho foi certo e que conseguimos juntos criar novos caminhos.

Assim como deve ser impagável para os astrólogos olharem o rosto surpreso de seus Clientes ao verem como o céu descreve tão bem os passos que os guiaram até chegar naquele momento.

Mesmo sem ser considerada uma ciência, a Astrologia, dia a dia consegue mais pessoas que vão se indicando, umas às outras para que possam conhecer esse trabalho tão interessante e baseado em argumentos tão sólidos que nos fazem crer, sem precisar se preocupar em estar sendo científico ou não.


E você, já fez seu mapa...?

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Universo

Tudo está conectado no Universo. No Céu, os Astros e Estrelas orbitam há muitos milhões, bilhões, de anos.

E como pudemos ver na semana passada, no texto da Querida Cris Branco, no dia, local e horário do nosso nascimento uma foto é tirada do céu e a posição de cada Planeta vai definir as tendências que seguiremos em nossa caminhada pela Terra.

Mas o importante é entender a palavra Tendência e também começar a considerar a palavra Desafio. Pois nada está pronto, nem definido. A Astrologia vai ajudar a compreender o motivo de muitos aspectos de nossa personalidade e ao mesmo tempo vai nos mostrar quais são os desafios que precisamos superar para que quebremos alguns paradigmas que vieram no pacote da nossa existência.

Porém, não só o  Universo é infinito, nós em nossa consciência também somos. E existem infinitas possibilidades para que possamos independente da posição dos Planetas, encontrar a felicidade.

Este mês, eu e a Cris faremos um trabalho conjunto sobre Karma e Dharma. Transferindo para a psicologia, teremos o inconsciente e o consciente, o id e o ego. Duas pontas de lados extremos. E como em tudo na nossa vida, devemos encontrar o equilíbrio, sair das pontas e chegar ao meio, no controle, no domínio.

Os desafios podem estar situados em diversas áreas da vida. Personalidade, Desapego, Conhecimento e Compromisso, Humildade e Maturidade, Igualdade e Preconceito e Trabalho e Fé. Você saberá qual o seu através do Mapa Astrológico e poderá trabalhar para encontrar seu equilíbrio nas sessões de terapia.

Astrologia e Psicologia, duas ciências que juntas se integram e se completam para um atendimento pontual, efetivo e eficiente.

Saiba mais nas nossas mídias sociais e através do recebimento das mensagens e programação via e-mail.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Os Planetas

"Tudo no Universo está interligado: "Assim como é o Macrocosmo é o Microcosmo".

Este é o conceito básico da Astrologia, que visa o autoconhecimento, a aproximação de cada pessoa com sua essência e a harmonização com os ciclos cósmicos.

A Astrologia se baseia no entendimento dos ciclos planetários no céu e na sua dinâmica interativa no comportamento humano.

Se o que está em cima, está embaixo, entendemos os planetas como arquétipos que representam facetas da existência individual ou coletiva, tipos de atividades e aspectos da consciência humana.

Portanto, os planetas são os princípios ativos da Astrologia: são eles que veiculam e especificam as qualidades representadas pelos signos. 

Cada Planeta tem uma dinâmica muito particular, é um todo, um sistema em si, e podem ser agrupados de acordo com a sua função simbólica.

O Sol e a Lua, conhecidos como Luminares, representam as grandes polaridades humanas: o Masculino e o Feminino, a Essência e a Alma.

Os planetas pessoais, Mercúrio, Vénus e Marte, mostram a expressão básica da personalidade: comunicação, relacionamentos, forma de agir.

Os planetas sociais, Júpiter e Saturno estão relacionados com o aspecto social do ser humano, como vivemos em sociedade.

Por fim, os planetas transpessoais, Urano, Netuno e Plutão simbolizam a transformação e regeneração, estão relacionados a evolução e espiritualidade.

As posições planetárias do momento do nascimento marcam nossos desafios e facilidades durante toda a vida.

As posições presentes em relação às posições do Mapa de Nascimento revelam a qualidade do momento que estamos vivendo agora, o que está acontecendo conosco por dentro, para que assim possamos compreender melhor quais as possibilidades de fazermos as coisas acontecerem no mundo exterior. 

Tendo consciência temos escolhas. A Astrologia nos ajuda a compreendermos tendências e identificarmos potenciais e desafios a que viemos.

"Compreende que és um segundo pequeno mundo e que o Sol e a Lua estão dentro de ti e também as estrelas.”


segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Terceira Idade


É bastante difícil definir quando começa a terceira idade, pois de certa forma essa definição está dentro de cada um.

No nosso país, de acordo com a idade de aposentadoria, vamos pensar que a terceira idade chega aos 65 anos para os homens, ou 60 para as mulheres.

O que mais me chama a atenção, positivamente, é que cada vez mais podemos perceber que pessoas da chamada terceira idade, entendem que isso é apenas um rótulo, que na verdade independente da idade são pessoas como todas as outras, que podem até ter alguma limitação para tarefas que exijam maior força ou energia, mas que em compensação possuem muito mais experiência e conhecimento do que os jovens, conhecem os atalhos da vida e com sua sabedoria podem fazer muito mais do que algumas pessoas podem imaginar.

Outro fato positivo é que no Brasil a expectativa de vida vem subindo, em 2015, segundo o IBGE, foi de 75,2 anos, em 2019 76,6 anos. mas mesmo assim, ainda longe da expectativa dos japoneses, que é de 83,7 anos.

Contudo, mais importante do que viver mais, é viver bem e neste aspecto ainda estamos longe do que deveria acontecer e acontece nos países do primeiro mundo.

Infelizmente os nossos aposentados pela idade, depois de serviços prestados à sociedade e ao país, ainda tem que se contentar em viver para comprar medicamentos e esperar em filas dos hospitais públicos. Enquanto vemos em nossas praias e cidades históricas vários aposentados europeus, 
americanos, entre outros, aproveitando essa fase da vida para conhecer lugares, desfrutar bons momentos e encher a bagagem da vida de situações que por ventura não tenham conseguido conquistar enquanto trabalhavam.

E a minha visão do futuro, com os políticos e leis que temos hoje,  não é de melhora e sim tendente a piorar, fazer com que as pessoas tenham que trabalhar mais para poder se aposentar e portanto tenham ainda menos tempo para desfrutar, enquanto alguns poucos podem aproveitar a vida desde o berço, sem se preocupar em chegar a terceira idade para isso.

Lembremos todos, tanto os que ainda estão chegando na maturidade, ou na juventude, que o maior desejo que teremos em breve, será chegarmos à terceira idade e termos dignidade para continuar tendo vontade de viver e chegar cada vez mais longe, podendo viajar, ir ao cinema, restaurantes, comprar livros para uma boa leitura, entre tantas outras coisas, além, claro, de ter o direito do bom atendimento em hospitais. Só que para isso, temos que aprender a respeitar os que já chegaram nessa fase e lutar para que eles tenham cada vez mais qualidade de vida. Senão, não teremos o direito de reclamar das condições que herdaremos no futuro.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Ser Mãe


Uma nova vida que transforma a vida em nova.
A descoberta do real significado da palavra "Amor".
Uma energia que antes desgastada agora se renova;
Para com alegria e gratidão suportar tudo, até mesmo a dor.

Faz com que seja descoberta uma força até então desconhecida;
Que a transforma em uma brava e temida guerreira;
Para enfrentar novamente os dias de uma vida antes perdida;
Seja ela uma senhora casada ou até mesmo uma menina solteira.

Um novo e imutável espaço agora faz parte do pensamento;
E mesmo com toda felicidade e cuidado existe sempre uma preocupação;
Pois aquele pequeno ser e mesmo quando crescer está presente a todo momento;
Afinal ele não mora só na sua casa mas também no seu coração.

Não adianta tentar explicar a nem mesmo entender;
A única maneira de saber está no sentir;
Ser mãe é eterno, não importa o quanto o filho vai crescer;
E sendo eterno, o sentimento continua, mesmo depois do filho partir.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

A Cadeia da Superstição

 


Podemos definir superstição como sendo a crença ou noção sem base na razão ou no conhecimento, que leva o sujeito a criar falsas obrigações, a temer coisas inócuas ou depositar confiança em coisas absurdas.

E isso nem seria um grande problema, se não acabasse criando em algumas pessoas “travas” que as impedem de fazer algumas coisas por simplesmente temer aquilo que, apesar de desconhecer, acreditam piamente.

Quando isso acontece, as pessoas ficam literalmente presas às suas superstições. Deixam de sair de casa, de fazer alguma coisa, de terminar algo que começaram, por acreditar que se “quebrarem” aquela crença algo dará muito errado.

Podemos colocar dois exemplos simples de crença popular, ou superstição que são conhecidos. O dito que cruzar com um gato preto da azar. Quem realmente acredita nisso, ao avistar um felino à frente, ou da meia volta, ou atravessa a rua, ou muda o seu caminho, como se fosse um ladrão armado que tivesse à frente. O efeito é o atraso, o medo, a desconfiança e se não conseguir desviar por alguma razão, o desespero por acreditar que para frente tudo vai dar errado.

Outro exemplo é o que se quebrar um espelho terá 7 anos de azar. Quando isso acontece e a pessoa acredita, é um inferno. Inconscientemente a pessoa acaba deixando de lado toda e qualquer esperança e se entrega a esta crença de azar e tristeza e definha em suas atitudes e proatividade. E o pior é que essa crença acaba sendo tão forte, que nada mesmo dá certo, mas não por causa do espelho e sim porque a própria pessoa acaba fazendo com que as coisas não aconteçam.

Por fim, a superstição é, por vezes, mãe de alguns TOCs, pois as pessoas acabam por não conseguir agir sem antes esperar algo acontecer, ou não acontecer e ficam a mercê do exterior para que seus compromissos ou atividades sejam executados.

Lembrem-se, o importante é acreditar em si mesmo, ter fé no seu potencial e não desistir dos objetivos, fazendo das conquistas a sua maior superstição...


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Liberdade


A palavra liberdade pode ter infinitas interpretações, pois tem conotação exclusiva e individual para pessoas e momentos.

Um preso que tem sua pena terminada e vai voltar às ruas, uma vítima de sequestro que é libertada, uma pessoa que se define como “livre” quando termina um relacionamento, uma pessoa que sai de um avião depois de 12 horas de voo, alguém que chega ao topo de uma montanha e abre seus braços para sentir o prazer de estar lá e se sente livre de tudo, um motorista que consegue escapar da marginal e encontra o trajeto bom até chegar em casa...

Enfim, são muitas as formas de sentir a liberdade. Mas será que essa liberdade realmente é sempre boa? Será que sempre sabemos o que fazer quando conseguimos essa liberdade pela qual tanto lutamos?

Quando não tomamos cuidado, a sensação de liberdade normalmente nos leva a tomar decisões precipitadas, impensadas e que podem gerar sofrimento ou decepção posterior.

Uma pessoa, por exemplo, que sai de um relacionamento complicado, longo e que teve um final triste, que gerou desavença e criou confusão mental pode acabar se sentindo livre, mas na verdade pode estar presa dentro de um conceito de liberdade que a faz na verdade agir para tentar mostrar ao outro que está bem, feliz, “numa boa” e então faz tudo o que na verdade não queria fazer. Tenta se sentir livre, mas quando acorda para a realidade percebe que estava vivendo em um filme ruim que ela mesma criou e dirigiu muito mal.

O mesmo pode acontecer quando alguém é demitido do emprego do qual tanto reclamava, mas que tanto faz falta para a continuidade da rotina financeira. Até para justificar as reclamações constantes, se diz feliz, livre e brada sua tranquilidade. Esse, normalmente acaba por usar o dinheiro que ganha da rescisão, mais o fundo de garantia, para comprar coisas que não precisa, comer fora como não devia e depois que o seguro desemprego acaba, se não consegue uma nova colocação, aquele arrependimento inevitável aparece e aí a liberdade vira outra prisão, pois o indivíduo tem todo o tempo do mundo e ao mesmo tempo não tem nada.

Isso sem falar nos que saem da prisão depois de algum tempo (normalmente não o suficiente) e logo nos primeiros dias já não sabem o que fazer com a liberdade e acabam buscando a vida de roubos e crimes de novo... Mas talvez isso não seja culpa apenas da liberdade...

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Pais Separados, Filhos Compartilhados


Casamentos acabam, namoros acabam, relacionamentos em geral acabam, outros sequer começam, mas em comum todos podem trazer ao mundo uma nova pessoa.

“Foi o dia mais feliz da minha vida!”, “Foi um descuido”, “Não foi planejado, mas será muito bem vindo!”, “Ou tira ou eu caio fora!”. São muitas as reações possíveis quando um casal descobre que vai ter um filho. Juras de amor eterno, acusações, comprometimento para dar à criança o melhor possível e até a fuga, o fim de um relacionamento.

Mas uma coisa é certa, a criança não tem culpa nenhuma sobre a situação dos pais, quer seja uma situação positiva, quer seja negativa.

Como as variáveis são muitas, vou exemplificar o meu ponto de vista em um filho de um casal que no momento da gravidez estava casado, feliz e para o qual a chegada da criança foi uma dádiva. Mas, em algum momento, em alguma circunstância, o casamento desandou e o fim chegou. Pai para um lado, mãe para o outro e a criança no meio dos dois.

Quando isso acontece, normalmente é feito um acordo no qual a mãe fica com a criança e os fins de semana são revezados entre pai e mãe. Mas esse modelo nem de longe é o mais correto e saudável para a criança, que, em tese, estava acostumada à presença dos pais todos os dias.

O Mais correto é que tanto o pai quanto a mãe tenham a liberdade de estar com os filhos nos momentos em que puderem e que acharem importante, como por exemplo buscar ou levar o filho na escola em uma quarta-feira. Levar para tomar um lanche ou ir no cinema em uma tarde de terça-feira ou até mesmo levar para um churrasco em família em um domingo seguinte a outro fim de semana que estavam juntos. A separação dos pais não pode virar uma disputa pelos filhos, pelo amor dos filhos, pela atenção dos filhos e muito menos um jogo para tentar denegrir a imagem do pai ou da mãe afastados no momento.

Por mais dolorosa que tenha sido a separação, por maior que forem os erros cometidos, nunca a criança pode ser usada como arma ou escudo para atacar ou defender um dos membros do casal. Senão, todo aquele “amor” colocado na foto publicada no Instagram não vai passar de uma apelação baixa para tentar atingir o outro além de massagear com as mãos erradas o próprio ego...

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Crise dos 40


Sim, ela existe, não é lenda e são poucos os que conseguem passar ilesos por ela. E a explicação para isso é relativamente simples: Quase ninguém chega ao que tende ser a metade da vida e, querendo ou não, a metade mais produtiva, tendo realizado todos os seus desejos, conquistado tudo o que almejou, sem arrependimentos ou ressentimentos.

Antigamente se falava muito da crise dos 40, ou de meia idade para as mulheres, mas a verdade é que ela afeta mulheres e homens da mesma forma.

Para as mulheres é uma fase de transformação, mudança física. Entrar nos 40 significa não estar mais tão jovem e ao mesmo tempo não estar velha. É hora de começar a voltar as páginas da vida e ver o que fez, não fez e poderia ter feito e tem medo de não conseguir fazer mais.

Quando pensa demais nessas coisas, a mulher pode acabar ficando ansiosa e até chegar a um estado depressivo, principalmente se ela alimenta-se de vontades que ainda não realizou, como a maternidade ou o casamento, ou quando vive um relacionamento que não traz felicidade, mas acabou permanecendo por outras questões, como a educação dos filhos, comodidade, situação financeira ou o simples medo de ficar sozinha.

Nos dias atuais, onde a mulher ocupa um lugar de destaque na vida profissional, chegar aos 40 ainda com a situação financeira e profissional não resolvida, é outro fator que traz angústia e esse ponto é absolutamente equivalente à crise dos 40 dos homens, só que para eles é ainda pior, pois a pressão social é aumentada em uma sociedade na qual ainda o homem tem o papel de principal provedor.

Mas é claro que não é só esse o problema do homem quando chega na quarta década. Tudo começa pelo questionamento de tudo o que viveu até aquele momento, se viveu como quis, ou como a sociedade impôs. Se ele percebe que se privou da felicidade, que é o que sempre buscamos e devemos buscar em nossa vida, ele questiona seus atos e tende a ter uma vontade maior de viver aquilo que não viveu na época correta. Ele vai acabar desvalorizando todas as coisas que adquiriu e construiu e vai ir atrás dos sonhos, pois tende a entender que a felicidade se encontra na realização dos sonhos e não na realização profissional ou pessoal.

Nesse momento tende a fazer coisas extravagantes, que socialmente são julgadas como de adolescentes ou jovens adultos, como ir atrás de carros esportivos, meninas muito mais novas, roupas “descoladas” entre outras características.

O que, tanto homens como mulheres devem fazer é deixar de lado a ilusão e viver no presente, sendo mais amigo e mais participativo, tanto com os parentes e família como com as pessoas de convívio cotidiano. Planejar os próximos 40 anos não para viver aquilo que não conseguiu, mas para viver o que estará pela frente.

Porque toda mudança quando planejada traz como consequência a consciência dos atos e isso afasta o arrependimento. Como bônus, para o planejamento ele tem o conhecimento e a maturidade que não tinha quando jovem o que facilita as escolhas e os caminhos a serem seguidos.

A crise serve para as pessoas ficarem livres das imposições da sociedade, reorganizarem prioridades e a partir disso criar sonhos plausíveis.

Se soubermos aproveitar com mais maturidade e experiência certamente sairemos fortalecidos e com autoestima aumentada para viver os próximos 40, ou quem sabe ainda mais.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Tudo o que é demais atrapalha


Normalmente tendemos a pensar em coisas ruins ou negativas quando falamos em excesso. Excesso de peso, de gordura, de sono, de fome, de tristeza entre tantas outras coisas.

Claro que sentir muita dor, muita vontade chorar, muito medo e etc. são coisas ruins e negativas, mas mesmo para coisas que podemos considerar “boas”, o excesso faz mal.

Muito chocolate, muitas cervejas, muita coragem, muito churrasco, até mesmo muita salada também fazem mal. Às vezes pelo excesso simples, mas às vezes pela falta de outras coisas quando exageramos em apenas uma.

Quando entramos no mundo dos valores, tudo que é exagero vira fanatismo e todo fanatismo é negativo. Seja ele religioso, esportivo ou politico.

Até quando se pensa amar alguém, o excesso de amor faz mal, porque perde-se a noção de si mesmo.

O excesso de dinheiro é responsável pela ganância, pela corrupção, pela enorme diferença social, entre outras tantas doenças que nenhum remédio cura.

Tudo que fazemos, sentimos, temos, alimentamos e outras coisas e situações, deve existir em nossa vida pelo equilíbrio.

Nem fome, nem gula, nem timidez, nem atrevimento, nem só sofá e nem só academia, nem só trabalhar e nem só viajar, nem miséria e nem ostentação. Sempre é preciso encontrar a resposta no equilíbrio, no meio termo, no consenso, no respeito por si mesmo e pelos outros.

Com equilíbrio, a vida fica mais fácil, a convivência fica melhor e todos saem ganhando, mesmo que nas opiniões tenhamos um empate...

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Rejeição


Uma palavra forte, pesada, carregada dos mais variados significados.

A rejeição se sente pela falta de amor, abuso de autoridade ou poder e em diferentes áreas da vida.

O sujeito rejeitado acredita que não pode ser aceito, seja no ambiente familiar, em um relacionamento, ou no âmbito profissional.

Contudo, por mais estranho que possa parecer, a rejeição é algo que só existe quando o próprio sujeito que a sofre concorda e aceita a situação, ela é, via de regra, um problema que está no outro, naquele que rejeita, que enxerga no outro seus próprios defeitos ou qualidades que gostaria de ter.

Portanto, qualquer que seja o tipo de rejeição que o individuo sofra, não deve afetar a sua felicidade. 

Mesmo sendo algo que incomoda, não pode mudar o jeito dele ser, de se expressar e ver o mundo. 

Temos todos que aceitar que em determinado momento existirão rejeições em nossa vida, seja um “fora” de uma pessoa que gostaria de conhecer, uma vaga de emprego que não conseguiu obter, entre outras muitas possibilidades. O fundamental é não baixar a cabeça e não generalizar, não achar que o “fora” representa que nenhuma outra pessoa o vai querer, ou que nunca encontrará emprego e sim continuar a busca pela realização e principalmente da felicidade!

A rejeição pode, inclusive, ser um fator positivo, que vai ensinar perseverança, persistência e respeito pelos outros e por si mesmo.

E quando não for possível controlar a dor ou a tristeza, escolha um momento do dia para colocar isso tudo para fora, na terapia. É saudável parar e processar a rejeição, sentir, colocar para fora, mas sempre com o auxílio de um profissional.

Por fim, nunca faça da rejeição o seu pilar, não reclame demais, não culpe ninguém pelo seu insucesso, pois isso apenas vai demonstrar que a sua busca nunca foi pelo positivo, pois teria dificuldade de lidar com as responsabilidades que o sucesso traz. Quem vive culpando o mundo pela sua rejeição, nunca buscou nada diferente disso e se assusta quando é acolhido e recebido de forma diferente.

Sejamos positivos, vamos em busca de nossos objetivos. A rejeição é só uma pedrinha que por vezes temos que chutar no nosso caminho.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Gerações e Suas Diferenças


Quando eu era adolescente as gerações, ao menos na minha lembrança, eram definidas por décadas (A geração dos anos 80! ) ou por coisas que marcaram uma época ( A Geração das calças bocas de sino!).

Hoje, até para as gerações temos nomes e características específicas, as faladas gerações X, Y, Z e até a Alpha, que ainda está em percurso. E as gerações antigas também ganharam nomes pomposos, veteranos e boomers.

Mas, o que importa mesmo no momento é que eu descobri que faço parte da geração X e que tenho características específicas, que vou comparar com os mais jovens, da geração Y, que são, em sua maioria, da faixa etária com quem trabalhei nas últimas duas décadas.

Pela teoria, eu deveria ser cético ( Acertaram na Mosca! ) e pouco preocupado com a política, o que já não é verdade. Mas só gosto de discutir política com quem sabe ouvir e respeitar opiniões, pois não gosto de arrumar briga e nem de perder amizades em virtude de pontos de vista diferentes, ainda mais porque atualmente nenhum político merece e nem vale uma amizade, por mais tênue que ela seja.

Já em relação aos mais jovens, da geração Y, a teoria diz que são mais otimistas e ecológicos, o que é verdade em partes. Ao mesmo tempo em que temos, sim, muitos jovens engajados em projetos sociais, uma parte bastante grande não quer sequer saber de estudar. Acho que isso é mais reflexo da nossa desvalorização da educação do que uma diferença entre gerações.

Com relação ao trabalho, devo ter nascido na época errada, pois sempre valorizei muito a minha carreira e o meu serviço, colocando inclusive acima de questões pessoais. Sempre achei que a dedicação, o cumprimento de horários e regras  são fundamentais para o desenvolvimento como pessoa. Hoje, já bem mais maduro, aproveito o tempo livre para descobrir novos lugares, aproveitar melhor a vida, mas isso só é possível pelo tempo dedicado quase integralmente à vida profissional nas últimas duas décadas. Já a geração Y, pela teoria, tem dificuldade com hierarquia, pensam na vida real como se fosse um site de internet, acreditam que existem vagas a qualquer momento e em qualquer lugar e tendem a tratar os chefes como parceiros de colégio.  Nesse quesito a maioria dos mais de 500 jovens que começaram a trabalhar comigo nos últimos 20, ainda bem, anos não tiveram essa postura. 

Mesmo sendo abertos e com uma comunicação mais leve e aberta, respeitavam as ordens e quando desobedeciam sabiam que estavam fazendo algo errado. Claro que sempre há exceções, aqueles teimosos, que tem dificuldade em ouvir e cumprir, mas isso ocorre em qualquer área da vida.

Ainda existem diferenças com a parte tecnológica, na qual a geração Y domina muito melhor do que a minha e a diferença do relacionamento com os pais, que acaba sendo o espelho do tratamento profissional.  E ainda existe o futuro, essa geração alpha dos adolescentes que estão chegando aos 15 anos e que serão os donos das decisões e de como o mundo será regido daqui para a frente. Não mais o nosso mundo e sim o mundo deles.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Ciúmes!


Hoje vou republicar um artigo escrito em Abril de 2011, com algumas pequenas mudanças e inserções, as quais foram surgindo no meu pensamento nesses mais de 10 anos em conversas sobre o tema.

“Toda ação gera uma reação, toda consequência tem a sua causa”. As coisas são assim e sempre serão.

Nessas duas pequenas, simples, mas extremamente reais afirmações, nós encontramos explicações para muitos sentimentos e muitas atitudes na nossa vida.

Como explicar atitudes que por vezes algumas pessoas tomam, fazendo-as serem classificadas de possessivas, por vezes intransigentes e faz com que percam algo, ou alguém, que tanto lutaram para conquistar, por pensarem que estavam protegendo aquela pessoa ou aquilo que queriam?

Como entender o ciúme? De acordo com o meu ponto de vista, o ciúme se constrói por três motivos, ambos relacionados à simples frase escrita no início deste artigo e também por medo e insegurança.

Apesar de o ciúme poder ser aplicado à pessoas, animais e até mesmo a objetos, vou usar como exemplo casos de relacionamentos.

O primeiro motivo e o mais comum a meu ver, é aquele em que toda consequência tem a sua causa, ou seja, não se é ciumento por ser, mas sim, por saber que é possível ser traído, uma vez que já traiu.

Normalmente o egoísmo e o egocentrismo das pessoas, faz com que elas não queiram experimentar do mal que causaram. Por trair e por sentir menosprezo e uma certa superioridade sobre seu par, se sente acuado em saber que outra pessoa possa sentir o mesmo, deixando-o por baixo, como vítima ao invés de vilão. Como na vida, os mais desconfiados são os mais propícios a tentar passar os outros para trás, os ciumentos são os mais propensos a terem traído e a continuarem traindo.

O segundo motivo, se baseia mais na reação causada por uma ação. Uma pessoa que terminou um relacionamento por descobrir que seu par estava sendo infiel, tem uma forte tendência a sentir ciúmes nas próximas relações e com isso pode ter dificuldade em conseguir uniões duradouras no futuro.

Vai por um longo tempo, comparar o par atual com o anterior, tentar procurar alguém que tenha atitudes opostas, mas mesmo assim, vai sempre nutrir um sentimento de posse que tende a levar o relacionamento ao fim.

Em menor escala temos casos em que a pessoa junta os dois primeiros. Quem terminou um relacionamento por descobrir uma traição, no novo relacionamento começa a trair, para não se sentir idiota para se proteger caso esteja sendo traída de novo, mas ao mesmo tempo quer impedir que isso aconteça. Ou seja, bagunça mental.

Por fim, cheguei à conclusão que em virtude da insegurança, da baixa autoestima e da dificuldade em se aceitar do jeito que é, também é possível sentir ciúmes. Quando o indivíduo acha que não merece o par que conseguiu, sente que aquela pessoa será a única no mundo com a qual vai poder se relacionar, tem uma enorme tendência de desconfiar de tudo e de todos. A possessão acaba se tornando um fantasma e se confunde com um amor platônico que nunca vai dar certo.

 

O importante é deixar um ponto claro.

Muitas pessoas se julgam incapazes de conter seus impulsos, usando esta afirmação como defesa para seus atos errôneos. Da mesma forma, alguns alegam que o ciúme é inevitável. Na verdade, o ciúme em nada contribui para o bom andamento de um relacionamento, sim ao contrário.

Ninguém gosta de ser pressionado injustamente, ninguém gosta de ter seus passos vigiados com desconfiança. Se seu par não tem motivos para te trair, o seu ciúme é o primeiro, afinal, já que você tanto acusa sem motivo, que tenha um motivo ao menos. E, principalmente, o gostar é fundamental, se seu par já não sente por você o que sentia no início da relação, não vai ser o seu ciúme que vai mudar isso.

Nenhuma relação em nossa vida, como um todo, caminha com a ausência de confiança. Enquanto não há motivos para desconfiança, tudo anda bem, quando a confiança acaba, não existe cola que a una de novo.

Síndrome de Stendhal

A Síndrome de Stendhal é uma condição psicológica rara, mas fascinante, caracterizada por uma reação emocional intensa e quase avassaladora ...